PCP exige construção imediata do Centro Materno Infantil do Norte
Após 30 anos de lamentáveis adiamentos na construção do Centro Materno Infantil do Norte (CMIN), a que recentemente se juntou a anunciada intenção da Câmara Municipal do Porto inviabilizar a concretização do projecto, a DORP do PCP considera totalmente inadmissível a continuação da guerrilha partidária entre a maioria PSD/CDS que gere a Câmara Municipal do Porto e o Governo PS, que mais uma vez prejudica os interesses da região e do país.
Neste contexto, discutir a possibilidade de construir o CMIN noutra localização é contribuir para novo - e previsivelmente longo - adiamento do projecto.
A DORP do PCP exige a construção imediata do CMIN, cabendo às duas partes envolvidas (Governo e Câmara) resolver o problema que ajudaram a criar, viabilizando a construção do edifício no terreno previsto e permitindo o acesso aos mais de 20 milhões de euros de financiamento do QREN que lhe estão destinados, dentro dos prazos estipulados.
Porto, 11 de Agosto de 2010
O Gabinete de Imprensa da DORP do PCP
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

SINAIS DE FUMO?
A notícia parecia bombástica. O Hospital Padre Américo poderia deixar de servir as populações dos concelhos de Paredes e Paços de Ferreira. Invocavam-se razões baseadas na incapacidade desse Hospital em responder ás necessidades de 12 concelhos da zona NUT III – TÂMEGA, tanto na assistência do Serviço de Urgência, como nos Internamentos. Apontava-se algo vagamente para uma solução assistencial no HSJ para a população de Paredes e H. Santo Tirso para Paços de Ferreira.
A fonte da referida notícia estaria em documentos de reflexão elaborados durante o ano de 2009, quer por Comissão de Reordenamento Hospitalar quer pelo IST.
Há necessidade de uma clarificação desta notícia. Quem a subscreve? Onde estaria a proposta séria, coerente, aceitável e as razões que a sustentavam?
Algumas ideias. Ninguém contesta a necessidade de reajustar, readequar serviços em relação à realidade, promover adaptações. O Hospital Padre Américo é um equipamento regional de prestação de serviços, que assume uma importância fundamental. Há uma realidade assistencial conhecida, com inúmeros êxitos, exemplos louváveis e alguns falhanços a justificar intervenção directa. Mas convém que não se desconheça acima de tudo os interesses da população que tradicionalmente o utiliza.
Falar em inquérito ou consulta públicas pode ser importante e sedutor. Mas não iliba responsabilidades de gestão. Se o hospital é insuficiente, carenciado ou deficitário em relação às necessidades, promova-se o seu alargamento, reforce-se a sua capacidade, estimule-se uma maior produtividade.
Afinal só há fumo ou também há fogo? A quem interessaria por exemplo que Paredes ficasse a uma distância de dezenas de quilómetros do seu Hospital Público de referência, da sua Urgência, de Cuidados Intensivos de manutenção de vida?
cristianoribeir@gmail.com
A notícia parecia bombástica. O Hospital Padre Américo poderia deixar de servir as populações dos concelhos de Paredes e Paços de Ferreira. Invocavam-se razões baseadas na incapacidade desse Hospital em responder ás necessidades de 12 concelhos da zona NUT III – TÂMEGA, tanto na assistência do Serviço de Urgência, como nos Internamentos. Apontava-se algo vagamente para uma solução assistencial no HSJ para a população de Paredes e H. Santo Tirso para Paços de Ferreira.
A fonte da referida notícia estaria em documentos de reflexão elaborados durante o ano de 2009, quer por Comissão de Reordenamento Hospitalar quer pelo IST.
Há necessidade de uma clarificação desta notícia. Quem a subscreve? Onde estaria a proposta séria, coerente, aceitável e as razões que a sustentavam?
Algumas ideias. Ninguém contesta a necessidade de reajustar, readequar serviços em relação à realidade, promover adaptações. O Hospital Padre Américo é um equipamento regional de prestação de serviços, que assume uma importância fundamental. Há uma realidade assistencial conhecida, com inúmeros êxitos, exemplos louváveis e alguns falhanços a justificar intervenção directa. Mas convém que não se desconheça acima de tudo os interesses da população que tradicionalmente o utiliza.
Falar em inquérito ou consulta públicas pode ser importante e sedutor. Mas não iliba responsabilidades de gestão. Se o hospital é insuficiente, carenciado ou deficitário em relação às necessidades, promova-se o seu alargamento, reforce-se a sua capacidade, estimule-se uma maior produtividade.
Afinal só há fumo ou também há fogo? A quem interessaria por exemplo que Paredes ficasse a uma distância de dezenas de quilómetros do seu Hospital Público de referência, da sua Urgência, de Cuidados Intensivos de manutenção de vida?
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