
segunda-feira, 8 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Requerimento AM: Senhora do Salto em Aguiar de Sousa/Paredes

EXMO SR. PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE PAREDES
Cristiano Manuel Soares Ribeiro, eleito pela CDU na Assembleia Municipal de Paredes, no âmbito do Artigo 60º do Regimento da Assembleia Municipal de Paredes e nomeadamente da sua alínea b), que define os direitos dos membros da Assembleia, requer através da Mesa desta Assembleia ao Executivo Camarário o esclarecimento seguinte:
A zona da Senhora do Salto em Aguiar de Sousa possui características únicas de carácter ambiental e paisagístico, com uma biodiversidade e ecossistemas importantes a preservar, tais como fetos e outras espécies sui generis da flora, aves de rapina, lontras e várias espécies de anfíbios e repteis.
Acresce ser uma zona naturalmente de grande beleza paisagística, em que destacam as suas escarpas sobre o Rio Sousa e a garganta do rio, bem como a Capela e o Santuário
Por ter estatuto de Parque Natural, recentemente integrou a candidatura às “ 7 Maravilhas Naturais de Portugal” criado pela organização New 7 Wonders Portugal, e com parceria institucional com o Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território
Assistimos há muito a uma indefinição de Programas de Requalificação, com o agravamento de factores negativos como a degradação da floresta, a eucaliptização intensiva, a poluição do rio Sousa, o excesso de permissibilidade na utilização do espaço, factores que se juntam á desvalorização do património natural no passado com a construção da mini-hídrica.
O atentado final na paisagem foi dada com a construção de uma ponte da A41 nos limites geográficos da zona da Senhora do Salto, obra que não foi devidamente planeada por técnicos e politicos, insensíveis ás consequências futuras. É é nesse contexto, de irreversivel dano, que se insere a eliminação precoce da candidatura referida.
Pergunta-se:
Como pensa o Executivo Camarário actuar para garantir no futuro a qualidade ambiental mínima da única área do concelho com valor real e por isso com interesse publico local?
Pelo Deputado Municipal Eleito pela CDU Cristiano Ribeiro.
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PCP
quinta-feira, 4 de março de 2010
REGISTOS DA HISTÓRIA - II
Nas eleições autárquicas de 2001, a CDU apareceu em força corporizando a alternativa à gestão PSD no concelho de Paredes. Num quadro de hegemonia quase total deste Partido, que vence em 23 freguesias, a restante dá maioria relativa a Álvaro Pinto e a sua equipa.
O PS, que tinha obtido sempre resultados muito expressivos em Parada de Todeia em todas as eleições, sofre uma derrota histórica. A CDU parte com toda a confiança para a eleição, organiza uma campanha criativa e mobilizadora, num porta-a-porta inédito e que sensibilizou muita gente descontente.
O PS, que tinha obtido sempre resultados muito expressivos em Parada de Todeia em todas as eleições, sofre uma derrota histórica. A CDU parte com toda a confiança para a eleição, organiza uma campanha criativa e mobilizadora, num porta-a-porta inédito e que sensibilizou muita gente descontente.
E é neste ambiente galvanizador que conduzirá à vitória, que surge um Hino / Canção da Vitória, uma versão de uma música na moda que se chamava Morango do Nordeste de um grupo brasileiro de nome Karametade. Eis a letra da adaptação PARADENSE.
Viviamos tristes
Sem razão de ser
Numa terra linda
Queríamos viver!
CDU ganhou
Parada vai mudar
Do sonho de menina
Vai-se libertar!
E de agora em diante
Queremos lutar
Por uma causa forte
Vamos trabalhar
Amamos Parada
E todos vão ganhar!
Ah! É a vitória
Ai, ai, ai
É vitória, CDU!
Sentimos que Parada
Agora vai crescer
O povo assim o quis
Parada vai vencer
Porque o Álvaro Pinto
não é brincadeira
Só a CDU
anima Parada inteira!
Ah! É a vitória
Ai, ai, ai
É vitória, CDU!
Nunca saberemos qual a importância desta canção que ficou na alma de muita gente. Daí o registo.
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
REGISTOS DA HISTÓRIA - I
Decorria o ano de 2004. Um dos principais actores do 25 de Abril, o saudoso General Vasco Gonçalves, esteve presente nas comemorações do 30.º aniversário desse dia histórico, em Paredes.
Correspondendo a um convite de camaradas e amigos, defensores dos ideais democráticos da conquista de progresso social para todos os portugueses, o Primeiro ministro do período mais exaltante após o 25 de Abril de 1974 esteve presente em Jantar Comemorativo realizado em Vandoma no restaurante O Chalé a 8 de Maio de 2004 e em Sessão Pública em Parada de Todeia no dia seguinte.
Em Vandoma, assistiu-se a uma brilhante intervenção do Militar de Abril, que relembrou o percurso do MFA na conquista da liberdade e na iniciação da democratização da vida portuguesa. Perante uma assistência de 80 pessoas, Abril foi recordado e os seus valores foram enaltecidos.
O camarada Alfredo Sá foi o mentor e o cicerone da iniciativa. Não se descurou até a brilhante actuação de um grupo de fados local. Personalidades independentes como José Manuel Oliveira e Domingos Barros, na altura Presidente da Junta de Freguesia de Vandoma, estiveram presentes e intervieram com um testemunho pessoal do valor do ilustre convidado.
Em Parada de Todeia, na manhã de Domingo, Vasco Gonçalves proferiu nas instalações da Junta uma lição sobre o 25 de Abril e o Poder Local, alertando para a necessidade de se ser sempre fiel e sério para com os compromissos perante a população.
Correspondendo a um convite de camaradas e amigos, defensores dos ideais democráticos da conquista de progresso social para todos os portugueses, o Primeiro ministro do período mais exaltante após o 25 de Abril de 1974 esteve presente em Jantar Comemorativo realizado em Vandoma no restaurante O Chalé a 8 de Maio de 2004 e em Sessão Pública em Parada de Todeia no dia seguinte.
Em Vandoma, assistiu-se a uma brilhante intervenção do Militar de Abril, que relembrou o percurso do MFA na conquista da liberdade e na iniciação da democratização da vida portuguesa. Perante uma assistência de 80 pessoas, Abril foi recordado e os seus valores foram enaltecidos.
O camarada Alfredo Sá foi o mentor e o cicerone da iniciativa. Não se descurou até a brilhante actuação de um grupo de fados local. Personalidades independentes como José Manuel Oliveira e Domingos Barros, na altura Presidente da Junta de Freguesia de Vandoma, estiveram presentes e intervieram com um testemunho pessoal do valor do ilustre convidado.
Em Parada de Todeia, na manhã de Domingo, Vasco Gonçalves proferiu nas instalações da Junta uma lição sobre o 25 de Abril e o Poder Local, alertando para a necessidade de se ser sempre fiel e sério para com os compromissos perante a população.
Os jornais deram algum relevo às iniciativas, nomeadamente O Progresso de Paredes e o Fórum do Vale do Sousa. Uma publicação entretanto surgida em Junho de 2004, o Vandomense (infelizmente edição única) trouxe ampla informação sobre as iniciativas com Vasco Gonçalves.
Um destaque final: acompanhou o General Vasco Gonçalves na sua deslocação ao Concelho de Paredes a sua esposa, D. Aida, companheira de sempre, infelizmente recentemente falecida
O PCP de Paredes não pode esquecer a figura ímpar da História de Portugal, que foi o General Vasco Gonçalves. Rendemo-nos à sua memória. Daí a justiça deste Registo.
Em solidariedade às vítimas das catástrofes naturais e da irresponsabilidade humana
CRIME SEM CASTIGO
Os Deputados na Madeira da CDU Leonel Nunes e Edgar Silva, apresentaram em 11 de Abril de 2008 na Assembleia Legislativa Regional da Madeira um Projecto de Resolução intitulado “Zonas de Risco de inundação-medidas de acção”. Este Projecto de Resolução não foi aprovado.
A sua actualidade é evidente. Transcreve-se na totalidade, para vergonha de alguns.
“ As fortes chuvas ocorridas, particularmente na manhâ do dia 8 de Abril, voltaram a causar prejuízos incalculáveis nos diversos estabelecimentos comerciais, em habitações, destruição de bens, de infraestruturas e equipamentos públicos e privados.
Esta é uma situação que tem vindo a repetir-se com alguma regularidade, em especial em determinadas zonas, sempre que as condições climatéricas sofrem um agravamento. Verificou-se que as infraestruturas existentes de escoamento das águas não estão adequadas às construções e respectivas impermeabilizações que foram feitas nos últimos anos. Confirma-se que a gravidade da impermeabilização do solo e do subsolo foi, seguramente, uma das prncipais causas das inundações. Regista-se que outro factor de risco radica na obstrução de diversos ribeiros e nos impactos negativos decorrentes de desregrados despejos de terras e entulhos nas margens das ribeiras. Outros factoress de risco se conjugaram, nomeadamente os efeitos dos incêndios florestais, a ocupação dos domínios hídrico e marítimo, o desordenamento do território.
De acordo com o Presidente da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, “...dois dos aspectos incontornáveis são cartografar e evitar a ocupação das zonas de risco e, por outro lado, combater a cada vez maior impermeabilização dos solos que obriga as águas da chuva a escorrer alimentando caudais volumosos nas estradas e ribeiras. Quando a estes factores se associam o constrangimento do leito das linhas de água, o abandono de lixos e a deposição de terras em locais impróprios, as consequências não podem ser boas” (in DN , 10/4/2008).
Depois de algumas obras negligenciando zonas de risco, as condições criadas para o escoamento das águas das chuvas não são as ideais. De facto sempre que a intensidade das chuvas aumenta, o perigo de inundação torna-se bem evidente, e, sempre que tal se concretiza, sucedem-se graves prejuízos para pessoas e bens.
Exige-se a tomada de medidas concrectas para que, de uma vez por todas, se ponha termo a esta situação que tem vindo a penalizar duramente, e em particular, os social e economicamente mais desfavorecidos.
Ao nível da governação, devem ser assumidas todas as responsabilidades por esta situação intervindo, o mais rapidamente possível, no sentido de se prevenir e evitar a repetição destas situações graves e potencialmente perigosas.
Depois do temporal, fazem-se os balanços e somam-se os prejuízos das inundações. Agora, é urgente fazer acompanhar a avaliação técnica e o balanço político aos acontecimentos de medidas de acção para que os problemas não se agravem.
Assim, a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira recomenda, nos termos regimentais, ao Governo Regional a concretização das seguintes medidas:
1. A realização de uma campanha cartográfica com vista á obtenção de um rigoroso cadastro geográfico, geológico e hidrogeológico de todo o território regional, onde sejam identificadas as zonas de risco de inundação.
2. A realização do inventário de ocupações dos dominio hídrico e marítimo e os respectivos riscos associados.
3. A realização de um estudo sobre o impacto do abandono de entulhos e de terra cultivável, sobre a impermeabilização de solos, os efeitos da seca e os efeitos dos incêndios florestais no escoamento e escorrência de águas superficiais.
4. A criação de um programa para a implementação cartográfica dos elementos naturais condicionantes à construção e à actividade humana nos planos de ordenamento do território nos diversos níveis: locais e regionais.
5. A implementação urgente de um plano de limpeza , desobstrução e manutenção de margens dos ribeiros e ribeiras.
6. Dotação do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros da RAM, a sua estrutura e parceiros, a todos os níveis, de meios e recursos técnicos, nomeadamente no plano das novas tecnologias de comunicação e informação, com afectação de forma convergente de recursos financeiros, garantindo a capacidade de resposta adequada ao cumprimento das suas missões
7. A avaliação e a análise das diferentes zonas da região de forma a indicar o grau de risco para inundações e cheias em cartografia regional, bem como a criação de planos de emergência para as regiões mais susceptíveis de risco.
8. Integrar a Protecção Civil como elemento obrigatório dos diferentes instrumentos de Planeamento e Ordenamento do Território e urbanístico, designadamente, o Programa Regional de Politica de Ordenamento doTerritório, Planos Regionais de Ordenamento do Território e Planos Directores Municipais.
9. Promover uma acção permanente de sensibilização e informação sobre redução de riscos, junto á população.
10. A elaboração de um plano regional de redução do risco de inundações e mitigação de seus efeitos que tenha como base as avaliações e análises referidas anteriormente e como objectivo a articulação entre o Poder Regional, a Protecção Civil e as autarquias locais no sentido da minimização das intervenções potenciadoras do risco e a mitigação dos efeitos nefastos de cheias e inundações “
http://ow.ly/19p3a
http://www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs&feature=player_embedded
Os Deputados na Madeira da CDU Leonel Nunes e Edgar Silva, apresentaram em 11 de Abril de 2008 na Assembleia Legislativa Regional da Madeira um Projecto de Resolução intitulado “Zonas de Risco de inundação-medidas de acção”. Este Projecto de Resolução não foi aprovado.
A sua actualidade é evidente. Transcreve-se na totalidade, para vergonha de alguns.
“ As fortes chuvas ocorridas, particularmente na manhâ do dia 8 de Abril, voltaram a causar prejuízos incalculáveis nos diversos estabelecimentos comerciais, em habitações, destruição de bens, de infraestruturas e equipamentos públicos e privados.
Esta é uma situação que tem vindo a repetir-se com alguma regularidade, em especial em determinadas zonas, sempre que as condições climatéricas sofrem um agravamento. Verificou-se que as infraestruturas existentes de escoamento das águas não estão adequadas às construções e respectivas impermeabilizações que foram feitas nos últimos anos. Confirma-se que a gravidade da impermeabilização do solo e do subsolo foi, seguramente, uma das prncipais causas das inundações. Regista-se que outro factor de risco radica na obstrução de diversos ribeiros e nos impactos negativos decorrentes de desregrados despejos de terras e entulhos nas margens das ribeiras. Outros factoress de risco se conjugaram, nomeadamente os efeitos dos incêndios florestais, a ocupação dos domínios hídrico e marítimo, o desordenamento do território.
De acordo com o Presidente da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, “...dois dos aspectos incontornáveis são cartografar e evitar a ocupação das zonas de risco e, por outro lado, combater a cada vez maior impermeabilização dos solos que obriga as águas da chuva a escorrer alimentando caudais volumosos nas estradas e ribeiras. Quando a estes factores se associam o constrangimento do leito das linhas de água, o abandono de lixos e a deposição de terras em locais impróprios, as consequências não podem ser boas” (in DN , 10/4/2008).
Depois de algumas obras negligenciando zonas de risco, as condições criadas para o escoamento das águas das chuvas não são as ideais. De facto sempre que a intensidade das chuvas aumenta, o perigo de inundação torna-se bem evidente, e, sempre que tal se concretiza, sucedem-se graves prejuízos para pessoas e bens.
Exige-se a tomada de medidas concrectas para que, de uma vez por todas, se ponha termo a esta situação que tem vindo a penalizar duramente, e em particular, os social e economicamente mais desfavorecidos.
Ao nível da governação, devem ser assumidas todas as responsabilidades por esta situação intervindo, o mais rapidamente possível, no sentido de se prevenir e evitar a repetição destas situações graves e potencialmente perigosas.
Depois do temporal, fazem-se os balanços e somam-se os prejuízos das inundações. Agora, é urgente fazer acompanhar a avaliação técnica e o balanço político aos acontecimentos de medidas de acção para que os problemas não se agravem.
Assim, a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira recomenda, nos termos regimentais, ao Governo Regional a concretização das seguintes medidas:
1. A realização de uma campanha cartográfica com vista á obtenção de um rigoroso cadastro geográfico, geológico e hidrogeológico de todo o território regional, onde sejam identificadas as zonas de risco de inundação.
2. A realização do inventário de ocupações dos dominio hídrico e marítimo e os respectivos riscos associados.
3. A realização de um estudo sobre o impacto do abandono de entulhos e de terra cultivável, sobre a impermeabilização de solos, os efeitos da seca e os efeitos dos incêndios florestais no escoamento e escorrência de águas superficiais.
4. A criação de um programa para a implementação cartográfica dos elementos naturais condicionantes à construção e à actividade humana nos planos de ordenamento do território nos diversos níveis: locais e regionais.
5. A implementação urgente de um plano de limpeza , desobstrução e manutenção de margens dos ribeiros e ribeiras.
6. Dotação do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros da RAM, a sua estrutura e parceiros, a todos os níveis, de meios e recursos técnicos, nomeadamente no plano das novas tecnologias de comunicação e informação, com afectação de forma convergente de recursos financeiros, garantindo a capacidade de resposta adequada ao cumprimento das suas missões
7. A avaliação e a análise das diferentes zonas da região de forma a indicar o grau de risco para inundações e cheias em cartografia regional, bem como a criação de planos de emergência para as regiões mais susceptíveis de risco.
8. Integrar a Protecção Civil como elemento obrigatório dos diferentes instrumentos de Planeamento e Ordenamento do Território e urbanístico, designadamente, o Programa Regional de Politica de Ordenamento doTerritório, Planos Regionais de Ordenamento do Território e Planos Directores Municipais.
9. Promover uma acção permanente de sensibilização e informação sobre redução de riscos, junto á população.
10. A elaboração de um plano regional de redução do risco de inundações e mitigação de seus efeitos que tenha como base as avaliações e análises referidas anteriormente e como objectivo a articulação entre o Poder Regional, a Protecção Civil e as autarquias locais no sentido da minimização das intervenções potenciadoras do risco e a mitigação dos efeitos nefastos de cheias e inundações “
http://ow.ly/19p3a
http://www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs&feature=player_embedded
Jantar de Aniversário dos 89 anos do Partido Comunista Português

A Comissão Concelhia de Paredes do PCP celebra o 89 aniversário no próximo dia 6 de Março com a participação do camarada Eurodeputado João Ferreira.
Pelas 20:00h no restaurante “O Chalé” em Vandoma (junto à Estrada Nacional 15), Ementa: Vitela, Lombo, Vinho corrente, Bolo, Café.
Inscrições até ao dia 4 de Março
Eurodeputado Comunista no Concelho de Paredes

No próximo dia 6 Março, o PCP faz 89 anos de existência ao serviço dos trabalhadores e do Povo português.
A Comissão Concelhia de Paredes do PCP preparou um conjunto de iniciativas, com a presença do deputado do PCP no Parlamento Europeu, João Ferreira, a saber: http://paredes.pcp.pt/
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Frase da semana
A estimável candidatura do Dr. Fernando Nobre (nas suas palavras) «não é à esquerda, nem à direita, nem mesmo ao centro». Talvez seja aérea. E lembra a velha história do freguês para o talhante:
- Tem focinho de porco?
- Tenho!
- Tem mãos de vaca?
- Tenho!
- Tem pés de cabra?
- Tenho!
- Então mas que raio de bicho é você?
- Tem focinho de porco?
- Tenho!
- Tem mãos de vaca?
- Tenho!
- Tem pés de cabra?
- Tenho!
- Então mas que raio de bicho é você?
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Requerimento à Assembleia Municipal

EXMO SR. PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE PAREDES

Cristiano Manuel Soares Ribeiro, eleito pela CDU na Assembleia Municipal de Paredes, no âmbito do Artigo 60º do Regimento da Assembleia Municipal de Paredes e nomeadamente da sua alínea b), que define os direitos dos membros da Assembleia, requer através da Mesa desta Assembleia ao Executivo Camarário o esclarecimento seguinte:
Durante anos seguidos decorreram obras no edifício da antiga Escola Primária do Conde de Ferreira, obras de ampliação e remodelação para, dizia-se, instalação do Museu Municipal. Aguarda-se há muito a abertura das referidas instalações, que constituem uma necessidade para actividades de Educação e Cultura e que engrandecem o património da autarquia.
Neste contexto, pergunta-se:
1) Para quando a referida abertura, que culmine a conclusão das referidas obras?
2) Que serviços e actividades aí funcionarão, confirmando-se ou não o espaço como espaço museológico?
O Deputado Municipal da CDU
Cristiano Ribeiro
Comércio tradicional
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Marquês de Freeport

O retrato que deixa do seu obscuro mandato é um sem fim de obscuridades e suspeições, a começar nas suas habilitações literárias, até à forma como conduziu a sua vida, e a da sua família e amigos, em negócios ainda mais obscuros do que as licenciaturas ao domingo e os exames feitos por fax. O Marquês de Freeport, ou o primeiro fax, para além disso só tem para apresentar a tensão social que criou com todas as áreas e classes profissionais e sociais da sociedade. No seu estandarte deveria colocar a divisa:
Eu minto com a naturalidade com que respiro.
O governo, tal como o PS compõe-se de dois grupos: um formado por gente totalmente incapaz, e outro por gente capaz de tudo...
O governo, tal como o PS compõe-se de dois grupos: um formado por gente totalmente incapaz, e outro por gente capaz de tudo...

AS NOITES DE LORDELO
Hoje falarei das noites de Lordelo. Hoje falarei da forma como alguns habitantes de Lordelo ocupam a noite de quinta para sexta-feira. Para nossa vergonha e como objecto de inquietação para as consciências dos responsáveis locais da Saúde.
Dezenas de pessoas acumulam-se á porta da Unidade de Saúde nessa noite de Lordelo, marcando vez para acesso a uma consulta de recurso na semana seguinte. A sua situação resulta de não terem Médico de Família atribuído. E os responsáveis acharam por bem responder ao número escasso de profissionais de saúde (nomeadamente médicos) com um esquema terceiro-mundista. Quer seja a marcação de uma consulta de vigilância infantil, quer seja a prorrogação de um Certificado de Incapacidade Temporária (vulgo “baixa médica”), ou para mostrar os exames complementares pedidos, alguém achou que se substituía a regulamentar marcação por uma penosa procura de uma vaga pré-anunciada numa folha de papel afixado no vidro.
Triste destino. Os 10.000 utentes de Lordelo mereciam e necessitam de mais de 4 médicos de Medicina Geral e Familiar. Os 10.000 utentes de Lordelo mereciam e necessitam de um esforço profissional suplementar de todos os profissionais de saúde da sua Unidade de Saúde. Os 10.000 utentes de Lordelo mereciam ser respeitados como seres humanos, passíveis de consideração, respeito e até compaixão. Os 10.000 utentes de Lordelo merecem e certamente exigirão uma outra organização, uma outra sensibilidade, uma diferente atitude do Serviço Público.
Quando outros portugueses têm acesso à marcação de consulta na sua Unidade de Saúde pela NET, em Lordelo mãos frias, olhos ensonados e rostos cansados aguardam o raiar do dia para tentar aceder ao médico.
Para mim, são tristes as noites de Lordelo.
cristianoribeir@gmail.com
Dezenas de pessoas acumulam-se á porta da Unidade de Saúde nessa noite de Lordelo, marcando vez para acesso a uma consulta de recurso na semana seguinte. A sua situação resulta de não terem Médico de Família atribuído. E os responsáveis acharam por bem responder ao número escasso de profissionais de saúde (nomeadamente médicos) com um esquema terceiro-mundista. Quer seja a marcação de uma consulta de vigilância infantil, quer seja a prorrogação de um Certificado de Incapacidade Temporária (vulgo “baixa médica”), ou para mostrar os exames complementares pedidos, alguém achou que se substituía a regulamentar marcação por uma penosa procura de uma vaga pré-anunciada numa folha de papel afixado no vidro.
Triste destino. Os 10.000 utentes de Lordelo mereciam e necessitam de mais de 4 médicos de Medicina Geral e Familiar. Os 10.000 utentes de Lordelo mereciam e necessitam de um esforço profissional suplementar de todos os profissionais de saúde da sua Unidade de Saúde. Os 10.000 utentes de Lordelo mereciam ser respeitados como seres humanos, passíveis de consideração, respeito e até compaixão. Os 10.000 utentes de Lordelo merecem e certamente exigirão uma outra organização, uma outra sensibilidade, uma diferente atitude do Serviço Público.
Quando outros portugueses têm acesso à marcação de consulta na sua Unidade de Saúde pela NET, em Lordelo mãos frias, olhos ensonados e rostos cansados aguardam o raiar do dia para tentar aceder ao médico.
Para mim, são tristes as noites de Lordelo.
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