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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

o TSUNAMI SOCIAL

ALGUNS CERTAMENTE NÃO ESCAPARÃO COM VIDA .

DEPOIS DO AUMENTO DAS TAXAS MODERADORAS NA SAÚDE E A SUA EXTENSÃO PARA MUITOS ATÉ AGORA ISENTOS, como desempregados e outros com muito baixos recursos, TEMOS AGORA:


O pagamento do transporte de doentes não urgentes é garantido aos utentes nas situações que preencham simultaneamente os seguintes requisitos:



a) Em caso que clinicamente o justifique;


b) Em caso de insuficiência económica. “


Sócrates já nos vai "lixar" com o conceito de insuficiência económica...E no fim a poupança vai directamente para o bolso dos responsáveis do BPN, os amigos de Cavaco e os afilhados de Sócrates.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

LADY GODIVA – ISTO JÁ NÃO VAI LÁ COM LENDAS


Diz a lenda que, vai para quase mil anos, Lady Godiva, condoída pelas agruras que passavam os cidadãos da velha Coventry, esmagados sob os impostos e taxas com que eram sangrados pelo seu próprio marido, o conde Leofric, não se cansava de lhe pedir para ser menos duro nos sacrifícios que pedia aos cidadãos, ou pelo menos, que esses sacrifícios lhes fossem muito bem explicados, como à época aconselhou um tal Cavack Silver... que não ficou na História.

Tanto a Lady pediu, que o Leofric, só para a calar, desafiou-a a percorrer as ruas da cidade, a cavalo e sem roupa. E então não é que Lady Godiva lhe pegou na palavra e foi pela cidade, toda fresca e louçã (passe a expressão), cavalgando ao natural?! O conde Leofric viu-se obrigado a cumprir a sua palavra e presume-se que foram felizes para sempre.

Ai de nós! Hoje os tempos são outros e não há Lady que possa acudir a tanta portagem, tanto IVA, tanto IRS, tanto IRC, tanto corte, tanto congelamento, tanto desemprego, tanta promessa enganosa “tanta loja de perfumes”, “tanta pomba assassinada”.

Ai de nós! Ao nosso conde Leofric não se lhe conhece Lady de qualidade nenhuma... e mesmo que a tivesse, duvido que a senhora estivesse disposta a meter-se ao trânsito da capital coberta apenas... de boas intenções.

Razão mais do que suficiente para que busquemos, urgentemente, outra solução!

(em samuel-cantigueiro.blogspot.com)

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Jerónimo e Cavaco – Malha em cheio no fito


Os posicionamentos individuais perante a vida e os acontecimentos que a compõem, se não definem sempre a origem e consciência de classe dos indivíduos, pelo menos esclarecem-nos sobre os seus alinhamentos, simpatias e pensamento. É assim com quase todos os factos da nossa vida social e política... é assim com o PEC.
Este Programa de alegada Estabilidade e reiteradamente prometido Crescimento é um conjunto de medidas de tal maneira definidor de uma política, que quase todas os ataques, defesas, ou simples opiniões sobre ele, dizem-nos claramente ao que vem quem se pronuncia.
Assim chegamos a Jerónimo de Sousa, um político e um ser humano de quem gosto alguns dias ainda mais do que nos restantes. Perante a fúria privatizadora deste PEC, em que o governo PS tenta disfarçar a entrega de mão beijada aos privados de tudo o que dá lucro no sector público, de solução não só inevitável, como também um bom negócio para o Estado, Cavaco Silva rapou dos seus méritos contabilísticos e descobriu que isso (a juntar às restantes malfeitorias de que o PEC está cheio) é uma coisa muito boa para Portugal.
Ao lembrar que a nossa Constituição preconiza a existência de um forte Sector Empresarial do Estado, Jerónimo de Sousa afirma que esta posição de Cavaco é um mau trabalho. Mau trabalho como economista, mau trabalho como cidadão, péssimo trabalho como Presidente, que tem como obrigação maior defender a Constituição.
É uma afirmação contundente, esta de Jerónimo de Sousa. Bate aos pontos o meu já habitual “pano encharcado”...

quarta-feira, 24 de março de 2010

EM 2.ª MÃO


A CP vai recorrer a automotoras espanholas em segunda mão para o serviço regional. A notícia surgiu recentemente. O negócio prevê o aluguer durante 5 anos de 17 automotoras a diesel da transportadora espanhola RENFE.

A CP pagará 5, 35 milhões de euros por ano, num total, estimado para o período completo de aluguer, de cerca de 30 milhões de euros. O acordo prevê a revisão integral das automotoras que será efectuada nas oficinas espanholas da INTEGRIA, associada da RENFE para a manutenção de material ferroviário circulante.
O contrato vai assim trazer trabalho para as oficinas da INTEGRIA, cujos objectivos estratégicos passaram do inicial fabrico e manutenção para prestador de serviços de referência. A própria formação dos maquinistas portugueses far-se-á em Espanha.
As automotoras espanholas são tão antigas quanto o material que vêm substituir (com origem nos anos oitenta). Foram em Espanha substituídas por material mais moderno. Em Portugal o deficite de material circulante deveria ser colmatado por concurso público estimado em 300 a 500 milhões de euros. Mas com o adiamento desse concurso público, sabe-se lá porquê, a solução passa a ser a “espanhola”.
Esta prática de gestão que coloca os interesses de Espanha como prioridades nacionais tem já expressão num outro protocolo, que permite o aluguer á CP pela RENFE de dois comboios Talgo para efectuarem o Sud-Expresso (Lisboa-Hendaya), com manutenção do material em Madrid. São mais 2 milhões de euros ao serviço de Castela.
Entretanto as oficinas da EMEF estão vazias, e sem trabalho, inúmeros jovens trabalhadores contratados a prazo foram dispensados e o país estiola nas suas capacidades de produção industrial e serviços.
Tudo porque temos gestores e políticos em circulação a precisar de ir para a sucata...

terça-feira, 16 de março de 2010

Lutar contra as injustiças – Exigir uma vida melhor


Quinta-feira, 18-03-2010. Contacto com trabalhadores e distribuição de documentos, em Paredes, Lousada e Penafiel

Contacto com população e distribuição de documentos, a partir das 09h30, na Feira de Paredes. Contacto com trabalhadores na Zona Industrial de Penafiel (12h30); empresa Bastos e Viegas (15h00) e Zona Industrial de Boim - Lousada (17h30).

Não ao PEC


O PCP, face ao anúncio pelo Governo PS, de um conjunto de medidas contra os trabalhadores, o Povo e o País, inseridas no chamado Programa de Estabilidade e Crescimento, vai realizar na próxima terça-feira, dia 16, uma acção de esclarecimento e mobilização dos trabalhadores e das populações contra o PEC, que decorrerá por todo o País.

Com esta iniciativa, o PCP alerta para a perspectiva de retrocesso económico, de degradação e agravamento da situação social que este PEC comporta, nomeadamente através das medidas previstas de corte nos salários e nas despesas sociais, a diminuição nas deduções à colecta de IRS, o aumento da idade da reforma para os trabalhadores da Administração Pública e a privatização de dezenas de empresas estratégicas para a economia nacional como a GALP, a TAP, a REN, os CTT ou empresas participadas da Caixa Geral de Depósitos, com consequências na economia, na qualidade dos serviços e na soberania nacional, tornando ainda mais necessária uma forte resposta de luta dos trabalhadores e do Povo em relação a uma política que, ao contrário do que afirmam o PS, o PSD e o CDS-PP, não é inevitável e está a condenar o país ao declínio.

Esta acção, para a qual foi editado um folheto e dois cartazes sobre o PEC e as propostas do PCP

domingo, 14 de março de 2010

DA LEITURA DOS JORNAIS



A Assembleia Municipal de Paredes continua a ser comentada de forma crítica, nomeadamente pelo tom insultuoso que PSD e PS utilizam nas suas intervenções.
Mas muito mais acontece, que não tem sido divulgado, nomeadamente a intervenção séria e qualificada da CDU.

Percebe-se mal o tom abusivo de generalização que a todos enlameia em geral, num “todos iguais, mesmo que sejam diferentes”.

A propósito de um editorial de um semanário local, que insinua um ambiente de generalizada “macacada”, e não reconhece uma distinta forma de agir na CDU, o respectivo autor merece que se lhe diga:
“Cego também é o que vê e se nega a acreditar no que vê. Mas o pior cego é o que ilude o que realmente vê, tentando ser o que não é – justo e sério.”.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Marquês de Freeport



O retrato que deixa do seu obscuro mandato é um sem fim de obscuridades e suspeições, a começar nas suas habilitações literárias, até à forma como conduziu a sua vida, e a da sua família e amigos, em negócios ainda mais obscuros do que as licenciaturas ao domingo e os exames feitos por fax. O Marquês de Freeport, ou o primeiro fax, para além disso só tem para apresentar a tensão social que criou com todas as áreas e classes profissionais e sociais da sociedade. No seu estandarte deveria colocar a divisa:
Eu minto com a naturalidade com que respiro.


O governo, tal como o PS compõe-se de dois grupos: um formado por gente totalmente incapaz, e outro por gente capaz de tudo...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010






ENTRE AS ÁGUAS PROFUNDAS E O ORÇAMENTO





Portugal tem a 3.ª maior Zona Económica Exclusiva da UE e a 11.ª do mundo. Apresentou recentemente o seu alargamento para mais 1,2 milhões de Km2. Os mares insulares acrescentam território e claramente somam obrigações. Esta realidade, que nos qualifica como potência marítima, tem de ter uma importância decisiva nas prioridades de planeamento no âmbito da Defesa, Soberania e Economia.
Necessita por isso o País de defender o seu território e os seus recursos marinhos da cobiça alheia, através do patrulhamento aéreo e naval, que seja ostensivo para predadores que sonhassem porventura aproveitar a inoperacionalidade dos nossos navios da Marinha (as fragatas, sobretudo) e dos meios aéreos.
Dito isto, vejamos as opções das autoridades na resposta às necessidades operacionais da ZEE.
A ideia de comprar novos submarinos partiu de António Guterres, sendo seu Ministro da Defesa o democrata-cristão Rui Pena. Os U209 foram valorizados pelo seu papel dissuasor e belicista, aproveitando uma superior capacidade de imersão e raio de acção. O argumento de que a utilização dos submarinos corresponde a necessidades reais é muito discutível. Percebe-se sim que com a participação de Portugal na NATO e a crescente intervenção da aliança nos conflitos e na geoestratégia mundial (caso do Iraque, Afeganistão) tornam a compra dos submarinos justificável para os seus defensores.
Em 2004 Paulo Portas, o ministro da Defesa Nacional do governo de Durão Barroso, encomendou a um consórcio alemão 2 submarinos da classe 209 PN. Serão os maiores submarinos construídos até hoje na Alemanha. Aguardam a sua chegada a Portugal, após os testes e viagem de ensaio.
Mas aqui chegados, num processo complexo, que envolveu até protestos de um consórcio francês concorrente, e dúvidas fortes sobre a necessidade de um tal tipo de embarcação para um país como Portugal, acumulam-se suspeitas sobre o negócio. Os custos iniciais da construção envolvem, sem juros, mais de 800 milhões de euros, verba que é 0,5% do Produto Interno bruto (PIB) e o seu pagamento, por si só, onera o défice orçamental das contas públicas em 2010, duplicando-o (de 0,4% para 0,9%). Consta que outros países obtiveram submarinos em condições mais vantajosas. Em tempo de crise, os submarinos de Portas são uma dor de cabeça para Sócrates.
Mas acrescem outros factos ao negócio dos submarinos. Como por milagre terá desaparecido o contrato original que estabelecia as contrapartidas por parte do consórcio alemão. Como por milagre terá surgido um depósito de 1,1 milhões de euros nas contas do CDS de Portas antes do final de ano de 2004, a 2 meses de eleições legislativas. Investigam o Departamento Central de Investigação e Acção Penal, a Polícia Judiciária, o Tribunal de Contas, as autoridades alemãs.
Sócrates e Portas, reunidos, provavelmente estiveram a discutir o Orçamento de Estado. Ou terão estado a trocar papéis, ou a negociar silêncios?
Em águas turvas dos segredos oficiais e das conveniências nacionais, a verdade do negócio com o estaleiro de Kiel imerge e dificilmente flutua. O que não se espera dos submarinos.

domingo, 24 de janeiro de 2010

PCP lança campanha nacional

Lutar contra as injustiças
Exigir uma vida melhor

O PCP promove, ao longo deste trimestre, uma campanha nacional de contacto e mobilização dos trabalhadores e da população com o lema «Com o PCP – Lutar contra as injustiças, exigir uma vida melhor». Em foco estarão os temas do desemprego, da precariedade e dos salários.

A campanha, que se inicia no dia 25 de Janeiro e se prolonga até final de Março, será suportada numa forte presença de rua, com cartazes e folhetos, que serão distribuídos em centenas de acções junto a empresas. Em diversas iniciativas dirigidas a sectores específicos serão privilegiados os desempregados, nos centros de emprego, as camadas mais jovens de trabalhadores, bem como as mulheres trabalhadoras (no ano em que se assinala o centenário do Dia Internacional da Mulher). Da programação da campanha fazem ainda parte comícios, sessões públicas, debates e acções de agitação e esclarecimento. Em algumas destas iniciativas participará o Secretário-geral do Partido, Jerónimo de Sousa.Tratando-se de uma campanha fundamentalmente voltada para o contacto com os trabalhadores e as populações, nas empresas e nas ruas, não deixará de ter expressão no plano institucional. Pela voz dos deputados comunistas serão levantados alguns dos principais problemas com que os trabalhadores e o povo se confrontam no seu dia-a-dia e serão também eles a dar corpo às propostas necessárias para a ruptura e mudança que o País reclama. Só para esta semana estava prevista a apresentação, mais uma vez, da proposta do Partido para o alargamento dos critérios de acesso ao subsídio de desemprego, que o PS já chumbou por sete vezes; a realização de uma audição sobre horários de trabalho e a apresentação de um projecto visando a limitação da desregulamentação e alargamento dos horários previstos no actual Código do Trabalho.

Razões para lutar
Num comunicado enviado à imprensa no dia 16, o PCP explicava as causas que suportam a campanha. No texto afirmava-se que a realidade do País confirma a «necessidade de uma ruptura com a política de direita» do Governo do PS, executada e apoiada por PSD e CDS-PP. Dos vários problemas registados, os comunistas destacam o «aumento do desemprego, que atinge mais de 700 mil trabalhadores, e a persistência do Governo em negar apoios a mais de metade dos desempregados; os baixos salários e pensões responsáveis pelo agravamento do custo de vida; a ofensiva contra direitos laborais com a acentuação das situações de trabalho precário; o ataque contra as funções do Estado expresso no discurso agora ensaiado a propósito do défice das contas públicas; a liquidação do aparelho produtivo nacional e a acentuação da dependência do País, a par de uma política de favorecimento dos grandes grupos económicos e dos seus lucros e privilégios».No comunicado, lembra-se ainda que Governo e grande patronato «apostam na pressão e na chantagem sobre os trabalhadores». Em milhares de empresas, prossegue o texto, os trabalhadores são confrontados diariamente com a «ameaça de despedimento, com reduções de salários e remunerações, com a generalização da precariedade, com ataques à contratação colectiva e à sua dignidade».
A luta de massas contra esta política surge, assim, como a «única resposta capaz de travar a ofensiva e impor novos direitos», consideram os comunistas. Dando como exemplos o aumento do salário mínimo nacional para 475 euros em 2010 e o recente acordo entre o Governo e os sindicatos de professores.Com esta campanha, afirma-se ainda no comunicado, o «PCP pretende levar mais longe a sua proposta de ruptura com a política de direita, animar a luta de todos quantos aspiram a uma vida melhor e não se conformam com as injustiças, com o desemprego, com a pobreza e corrupção que aumenta no nosso País». Ao mesmo tempo que quer reafirmar que o «caminho é o do aumento dos salários, da criação de emprego com direitos, do combate à precariedade, do reforço dos serviços públicos, de defesa da produção nacional, do controlo público dos sectores estratégicos da nossa economia, da afirmação de uma outra política ao serviço dos trabalhadores, do povo e do País».

Propostas de futuro
No folheto que será distribuído nas múltiplas acções de rua que darão corpo a esta campanha nacional do Partido encontram-se muitas das propostas dos comunistas para uma nova política, a par de outras que, no imediato, travariam a ofensiva e as suas dramáticas consequências.Com o objectivo de alcançar mais justiça social, o PCP propõe o «aumento geral, sustentado e contínuo dos salários da generalidade dos trabalhadores», nomeadamente o aumento do salário mínimo nacional para pelo menos 600 euros até 2013. A subida real dos vencimentos dos trabalhadores da Administração Pública, com compensação das perdas das últimas décadas, e o combate a perdas salariais no actual quadro de recessão, com uma rigorosa fiscalização aos eventuais abusos como os que se sucedem com a aplicação do lay-off, são outros dos objectivos dos comunistas. No que respeita à precariedade, o PCP defende o princípio segundo o qual «a funções permanentes têm que corresponder contratos permanentes». Para criar emprego e travar os despedimentos, os comunistas propõem designadamente uma política de pleno emprego, o que exige a criação de postos de trabalho, a aposta nos sectores produtivos, o combate às deslocalizações e a adopção de uma legislação laboral dissuasora dos despedimentos.Os comunistas consideram que o Estado deve assumir um papel determinante na economia, designadamente com o controlo público dos seus sectores estratégico». Para o PCP, há ainda que valorizar e defender os serviços públicos e apoiar os sectores produtivos da indústria, agricultura e pescas, de modo a inverter a crescente dependência do País face ao exterior.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Requerimento à Assembleia Municipal de Paredes
Divulgamos os requerimentos apresentados pelo deputado eleito pela CDU na Assembleia municipal de Paredes.
Assim que tivermos a devida resposta a mesma será divulgada para conhecimento geral.



EXMO SR. PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE PAREDES

Cristiano Manuel Soares Ribeiro, eleito pela CDU na Assembleia Municipal de Paredes, no âmbito do Artigo 60º do Regimento da Assembleia Municipal de Paredes e nomeadamente da sua alínea b), que define os direitos dos membros da Assembleia, requer através da Mesa desta Assembleia ao Executivo Camarário o esclarecimento seguinte:
1) É sabido que a região do Vale do Sousa não cumpre nenhum dos critérios definidos pelo anterior Governo em relação à isenção de portagens na A42, a saber
- Índice do PIB igual ou superior a 90% da média nacional (a média da região é de 60%);
- Índice de poder de compra igual ou superior a 75% da média nacional (o poder de compra regional é de 65%)
- Tempo de percurso das vias alternativas que não ultrapasse uma percentagem superior a 130% do tempo de percurso de cada SCUT. (o tempo gasto no percurso alternativo é de 300% em relação ao tempo gasto pelos troços da SCUT´s)

2) Os indicadores socioeconómicos actuais só atestam o agravamento profundo da crise económica e social vivida na região, sendo por isso inaceitável a introdução de mais um custo para os empresários e cidadãos.

3) Importa lembrar a luta da população da região que se traduziu, entre outros actos, na entrega ao Primeiro-ministro de um abaixo-assinado com mais de 63 mil assinaturas, de uma marcha automóvel com muitas centenas de viaturas e de um buzinão em muitos pontos do Distrito do Porto com enorme adesão, e também na região do Vale do Sousa, em que o concelho de Paredes se insere.
Assim solicito o seguinte ESCLARECIMENTO:

- Qual é a posição do Executivo da Câmara Municipal sobre esta questão, e

- Se é contra a introdução de portagens na A42 , que tipo de diligências fez ou pretende fazer ?
Paredes, 26 de Novembro de 2009


(Cristiano Ribeiro)
Requerimento à Assembleia Municipal de Paredes
Divulgamos os requerimentos apresentados pelo deputado eleito pela CDU na Assembleia municipal de Paredes.
Assim que tivermos a devida resposta a mesma será divulgada para conhecimento geral.



EXMO SR. PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE PAREDES

Cristiano Manuel Soares Ribeiro, eleito pela CDU na Assembleia Municipal de Paredes, no âmbito do Artigo 60º do Regimento da Assembleia Municipal de Paredes e nomeadamente da sua alínea b), que define os direitos dos membros da Assembleia, requer através da Mesa desta Assembleia ao Executivo Camarário o esclarecimento seguinte:
Para quando a construção da Biblioteca Municipal de Paredes, equipamento indispensável à Cultura e Formação Educativa dos paredenses e cuja concretização se adia no tempo, colocando-nos em situação de inferioridade em relação a municípios vizinhos, como os de Valongo, Maia e Penafiel, igualmente liderados pela força política que governa a Câmara de Paredes?

Paredes, 27 de Novembro de 2009

(Cristiano Ribeiro)
Requerimento à Assembleia Municipal de Paredes
Divulgamos os requerimentos apresentados pelo deputado eleito pela CDU na Assembleia municipal de Paredes.
Assim que tivermos a devida resposta a mesma será divulgada para conhecimento geral.


EXMO SR. PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE PAREDES


Cristiano Manuel Soares Ribeiro, eleito pela CDU na Assembleia Municipal de Paredes, no âmbito do Artigo 60º do Regimento da Assembleia Municipal de Paredes e nomeadamente da sua alínea b), que define os direitos dos membros da Assembleia, requer através da Mesa desta Assembleia ao Executivo Camarário a cedência de um espaço em instalações camarárias a definir de acordo mútuo, mesmo que em tempo parcial, com o objectivo de poder “acompanhar e fiscalizar a actividade da Câmara Municipal, dos serviços municipalizados, das fundações e das empresas municipais” (alínea c) do Artigo 2.º do Regimento da Assembleia Municipal de Paredes).



Pede deferimento



Paredes, 24 de Novembro de 2009




(Cristiano Ribeiro)


Requerimento à Assembleia Municipal de Paredes
Divulgamos os requerimentos apresentados pelo deputado eleito pela CDU na Assembleia municipal de Paredes.
Assim que tivermos a devida resposta a mesma será divulgada para conhecimento geral.


EXMO SR. PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE PAREDES

Cristiano Manuel Soares Ribeiro, eleito pela CDU na Assembleia Municipal de Paredes, no âmbito do Artigo 60º do Regimento da Assembleia Municipal de Paredes e nomeadamente da sua alínea c), que define os direitos dos membros da Assembleia, solicita através da Mesa desta Assembleia ao Executivo Camarário esclarecimentos sobre o Regulamento em vigor na Casa de Cultura de Paredes, nomeadamente:

a) Âmbito das actividades autorizadas nas suas instalações

b) Entidades passíveis de solicitação da cedência das referidas instalações


Pede deferimento


Paredes, 24 de Novembro de 2009

(Cristiano Ribeiro)

domingo, 17 de janeiro de 2010





…espaço livre de entrevista por escrito a individualidades do Concelho…



falando com o PEIXINHO VERMELHO

PV 1) Ser comunista, num concelho do Norte do País, com limitada influência e sensibilidade para as posições do PCP, é uma mera questão de consciência ou comporta também uma atitude activa de mudança?
CR - Sinto que não devo prescindir da possibilidade de intervir e mudar o que discordo ou considero errado. Ser coerente é um valor, mas também é um pressuposto dessa mesma mudança. Ser comunista é ter consciência de que se pode agir transformando o mundo.
PV 2) Eleger um vereador da CDU, com o perfil e o currículo de José Calçada, não seria comprovadamente uma mais-valia utópica?
CR - Não é, nunca foi e nunca será uma mera utopia. Poderia dizer que é um desperdício não eleger para a Câmara de Paredes gente da craveira intelectual e experiência política de José Calçada. Mas o mundo não é perfeito, não é?
PV 3) O futuro faz-se caminhando, como diz o poeta, ou torce-se à medida dos nossos desejos?
CR – Não acredito em destinos pré-definidos. Construímos o nosso destino de acordo com circunstâncias várias, entre as quais conta certamente a nossa vontade
PV 4) Como vês o conteúdo e a importância de um Boletim da CDU neste momento?
CR –O Boletim é uma oportunidade de podermos informar, formar e mobilizar mais pessoas para um projecto político importante e necessário para Paredes. É uma exigência e necessidade de todos os que olham para os activistas da CDU como gente credível e útil.