segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
O PORTUGAL DE SÓCRATES (E DE TODA A DIREITA)
DA LEITURA DOS JORNAIS
O estudo "2011 Country by Country" elaborado por especialistas associados à revista The Economist, refere que a economia portuguesa terá um crescimento negativo de 1,2 por cento em 2011. Portugal terá o terceiro pior desempenho em 2011 do total dos países analisados. Abaixo da economia portuguesa, fica apenas Porto Rico, com um crescimento negativo de 4,2%, e a Grécia com 3,6%.
Entre as vinte economias com ritmo de crescimento mais acelerado, o estudo destaca a Eritreia (17%), o Qatar (15,8%) e o Gana (14%), sem referência a qualquer país europeu. Os PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha), encontram-se entre os países com um crescimento mais lento este ano.
De acordo com a projecção global, o crescimento da economia mundial deverá abrandar de 3,5%, em 2010, para um crescimento situado nos 2,5%.
De acordo com a projecção global, o crescimento da economia mundial deverá abrandar de 3,5%, em 2010, para um crescimento situado nos 2,5%.
(Jornal i, de 5 de Janeiro de 2010)
domingo, 2 de janeiro de 2011
Linha de Leixões, expectativas defraudadas, dinheiros desperdiçados, incompetência.
Na sua saga de liquidação do transporte público, incluindo o ferroviário, o Governo anunciou várias medidas, entre as quais o encerramento do troço entre Ermesinde e Leça do Balio da Linha de Leixões ao transporte de passageiros.
Apresenta como justificação para tal decisão que os comboios só transportam três utentes por viagem.
Não diz, contudo, num comportamento de absoluta desonestidade, as razões que levam a que tal aconteça.
Devia dizer que estudos feitos pela CP, em 2004, estimavam que, quando todas as condições estivessem criadas, viriam a ser transportadas entre 21 mil e 31 mil pessoas por dia, sendo esse número revisto, no ano passado, para 2,9 milhões/ano.
ver pergunta de Honório Novo na Assembleia da República Devia, igualmente, dizer que do projecto anunciado apenas foi implementado o trajecto entre Ermesinde (Valongo) e Leça do Balio (Matosinhos), sem que fossem criadas outras paragens para além das de S. Gemil (na Maia) e de S. Mamede de Infesta.
O resultado obtido não podia ser muito diferente.
Não foram criadas as condições para serem servidos grandes aglomerados populacionais, tais como Pedrouços, Águas Santas ou o pólo da Asprela, este a abranger o Centro Escolar, o Hospital de S. João e o IPO e zonas industriais, casos da Arroteia e Guifões.
Não foram construídas as estações ou paragens necessárias.
Não foi feito o prolongamento entre Leça do Balio e Leixões, nem foram construídas as estações e apeadeiros anunciados, na Arroteia, no Hospital de S. João e a nova estação intermodal de Leixões.
Não foram concretizadas as potencialidades previstas de ligação a outros meios de transporte, como o metro no Hospital S. João ou no términus em Matosinhos, as carreiras da STCP e outras linhas de caminho-de-ferro, casos das do Douro e Minho.
Nunca foram encaradas pelo Governo propostas para criar ou usar outras estações e apeadeiros, como em Guifões ou em Águas Santas/Pedrouços.
Muito ficou por fazer, embora muito tivesse sido gasto, em electrificação e duplicação da via, para viabilizar o transporte de passageiros na Linha de Leixões.
Só que deixou-se o processo incompleto e, agora e mais uma vez, milhões de euros serão desperdiçados por incompetência e irresponsabilidade do Governo.
E não pode deixar de se recordar a inauguração da linha de Ermesinde a Leça do Balio, ocorrida, com grande pompa, em Setembro do ano passado, nas vésperas das eleições legislativas e autárquicas, com a participação de Ana Paula Vitorino, então Secretária de Estado e candidata a deputada da AR pelo distrito do Porto, e Guilherme Pinto, candidato a Presidente da Câmara de Matosinhos num processo, como todos se recordam, bastante atribulado.
Nessa cerimónia, que hoje se pode confirmar de verdadeira propaganda eleitoralista e que os tempos mostram ter sido mais um embuste, foi reafirmado que tudo o que estava previsto e protocolado iria ser concretizado e, alguns dos aspectos mais importantes, como a construção dos apeadeiros da Arroteia e Hospital de S. João, até Junho de 2010, a nova estação intermodal de Leixões, até final de 2010.
Esta decisão agora anunciada pelo Governo acontece não obstante a sua afirmação, em 23 de Novembro passado, pouco mais de um mês, na resposta a uma pergunta do PCP sobre este tema de que “não está previsto o encerramento da linha de Leixões”.
Será que a realidade de então é diferente da de hoje?
Mais uma vez esta região e o distrito do Porto são penalizados pelo Governo que tem na discriminação, em termos de investimento público, uma das suas imagens de marca, com consequências económicas e sociais cada vez mais dramáticas e visíveis.
Enquanto isto acontece, a Autoridade Metropolitana de Transportes que poderia, e deveria, dinamizar as potencialidades existentes em termos de um melhor aproveitamento dos transportes existentes, públicos e privados, permanece indiferente a esta decisão do Governo. Será que existe para avalizar o que este decide, mesmo que afronte a racionalidade e os interesses da população da área geográfica que devia ser a sua principal preocupação em termos de serviço?
E sendo que os concelhos de Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto e Valongo são, directamente, atingidos por esta medida e, também, toda a área metropolitana pela perda de um importante meio de transporte, como compreender o silêncio da Junta Metropolitana do Porto, uma vez mais passiva e incapaz de defender os interesses da economia e do bem-estar da população?
O PCP já propôs, na Assembleia Metropolitana do Porto, o agendamento da discussão deste problema indo reclamar a urgência da sua discussão.
Na Assembleia da República, por várias vezes os deputados do PCP eleitos pelo distrito do Porto questionaram o Governo quanto ao efectivo funcionamento da Linha de Leixões e assim continuarão a fazer até para saber quanto foi gasto num processo que nunca vontade de concluir, antes parecendo ter servido exclusivamente interesses eleitoralistas.
Fonte: Organização Regional do Porto do PCP - 30.12.2010/ http://davidferroviariofotosenoticias.blogspot.com
MANIFESTAÇÃO NACIONAL 12 JANEIRO DE 2011
A proposta de Manifestação Nacional lançada por este Sindicato, revelou-se uma proposta em torno da qual é possível unir as diversas sensibilidades de ferroviários e já teve o apoio e adesão da maioria das organizações de trabalhadores. As que ainda não fizeram podem fazê-lo até ao final do dia, ou no momento que em que lhes for possível. Até ao dia da manifestação todos serão bem-vindos.
Foi possível encontrar um texto comum, contendo os contributos de todos e que será o manifesto de convocação da Manifestação de 12 de Janeiro. O texto acordado é o seguinte e já subscrito por 15 organizações de trabalhadores:
MANIFESTAÇÃO NACIONAL 12 JANEIRO DE 2011
MANIFESTO
As medidas contidas no Orçamento do Estado (corte nos salários, nos valores das deslocações, nas ajudas de custos e redução do pagamento do trabalho nocturno, assim como aumento de impostos) conduzirão à redução dramática dos rendimentos disponíveis dos trabalhadores, o que agravará a crise económica e social em que vivemos;
O bloqueamento da contratação colectiva degrada as relações de trabalho, aumenta os conflitos e não possibilita soluções negociadas que valorizem o trabalho e motivem quem labora, comprometendo assim o que seria uma mais-valia para o desenvolvimento da actividade ferroviária;
As recentes noticias e divulgação de documentos da CP, mostram que estamos perante uma ofensiva sem procedentes contra o serviço público ferroviário, contra os postos de trabalho, que mais não visa que a sua entrega ao sector privado sem quaisquer preocupação sociais, nomeadamente o aumento brutal do preço dos bilhetes, à semelhança do que já acontece na travessia da ponte 25 de Abril, concessionada à Fertagus, com bilhetes substancialmente mais caros.
Esta medida conduzirá ao aumento do endividamento público na forma de maiores indemnizações compensatórias pagas a privadas e que hoje são negadas ao operador público. O caminho que se quer seguir tem o seu modelo no Reino Unido, que degradou o serviço ferroviário naquele país, originou acidentes graves e obrigou mais tarde à intervenção do governo britânico na infra-estrutura ferroviária;
As medidas preconizadas de fecho de linhas, redução da oferta, extinção de serviços, fecho de oficinas, redução de centenas de postos de trabalho, mais não são que uma sequência lógica de criar condições para a privatização do sector e não obter racionalidade na gestão pública, causa desde sempre defendida pelas organizações de trabalhadores.
Que o não cumprimento da regulamentação colectiva relativo às evoluções e promoções, visa antecipar, com sérios prejuízos para os trabalhadores, as medidas previstas no OE, o que é de todo inaceitável;
Assim as organizações de trabalhadores, abaixo designadas decidem apelar aos trabalhadores ferroviários para participarem, em força, na manifestação nacional de 12 de Janeiro de 2011, junto à residência oficial do primeiro-ministro, com pré-concentração na Praça do Rossio, em Lisboa, às 13h45m, tendo como objectivos centrais os seguintes temas:
Contra a diminuição dos salários, pela Negociação Colectiva;
Contra as privatizações, pela defesa do serviço público;
Contra o desinvestimento na ferrovia, por uma política ferroviária nacional
Contra os despedimentos, pelo trabalho com direitos;
As organizações
Comissão de Trabalhadores da CP – CT da CP
Comissão de Trabalhadores da REFER – CT da REFER
Comissão de Trabalhadores da EMEF – CT da EMEF
Comissão de Trabalhadores da CP-Carga – CT da CP-Carga,
Associação Sindical das Chefias Intermédias de Exploração Ferroviária – ASCEF
Associação Sindical dos Profissionais de Comando e Controlo Ferroviário - APROFER
Sindicato dos Trabalhadores Ferroviários – STF
Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial e Itinerante – SFRCI
Sindicato Independente Nacional dos Ferroviários – SINFB
Sindicato Nacional de Ferroviários e Afins - SINFA
Sindicato Nacional de Quadros Técnicos – SNAQ
Sindicato Nacional Democrático da Ferrovia – SINDEFER
Sindicato Nacional dos Ferroviários Administrativos, Técnicos e de Serviços - SINFESE
Sindicato Nacional dos Ferroviários do Movimento e Afins - SINFA
Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário – SNTSF
Fonte: Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário - 29.12.2010
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
o TSUNAMI SOCIAL
ALGUNS CERTAMENTE NÃO ESCAPARÃO COM VIDA .
DEPOIS DO AUMENTO DAS TAXAS MODERADORAS NA SAÚDE E A SUA EXTENSÃO PARA MUITOS ATÉ AGORA ISENTOS, como desempregados e outros com muito baixos recursos, TEMOS AGORA:
“ O pagamento do transporte de doentes não urgentes é garantido aos utentes nas situações que preencham simultaneamente os seguintes requisitos:
a) Em caso que clinicamente o justifique;
b) Em caso de insuficiência económica. “
Sócrates já nos vai "lixar" com o conceito de insuficiência económica...E no fim a poupança vai directamente para o bolso dos responsáveis do BPN, os amigos de Cavaco e os afilhados de Sócrates.
DEPOIS DO AUMENTO DAS TAXAS MODERADORAS NA SAÚDE E A SUA EXTENSÃO PARA MUITOS ATÉ AGORA ISENTOS, como desempregados e outros com muito baixos recursos, TEMOS AGORA:
“ O pagamento do transporte de doentes não urgentes é garantido aos utentes nas situações que preencham simultaneamente os seguintes requisitos:
a) Em caso que clinicamente o justifique;
b) Em caso de insuficiência económica. “
Sócrates já nos vai "lixar" com o conceito de insuficiência económica...E no fim a poupança vai directamente para o bolso dos responsáveis do BPN, os amigos de Cavaco e os afilhados de Sócrates.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
Eleições Cooperativa A Lord: vitória esmagadora da lista A
(Celso Ferreira e Joaquim Mota, os grandes derrotados)
Nas eleições mais concorridas de sempre da instituição, a lista A, liderada por Francisco Leal, foi a grande vencedora com 566 votos. A lista B obteve 209 votos. Uma diferença esmagadora que expressou a vontade dos sócios manterem a quase totalidade dos actuais membros dos órgãos sociais.Foi um acto eleitoral pautado por atrasos e trocas de insultos entre os apoiantes das listas concorrentes, a que não é alheio o facto de ter havido um grande número de votos por procuração ou correspondência, ao ponto de só perto das 17h os sócios que escolherem ir votar directamente terem começado a exercer o seu direito de voto. As urnas fecharam cerca das 22h.
Os grandes derrotados desta noite são Celso Ferreira, edil da Câmara de Paredes, e Joaquim Mota, presidente da Junta de Freguesia de Lordelo ,que apoiaram publicamente a lista B num jantar de apoio realizado pela equipa liderada por José António Couto, há poucos dias num restaurante da cidade de Lordelo.De lembrar que esta foi a segunda tentativa frustrada de Celso Ferreira e Joaquim Mota conseguirem controlar a Cooperativa de Electrificação A Lord.
o critério "jornalistico"
Qual será o apurado critério jornalístico que define que esta declaração não seja notícia?
19 de Dezembro de 2010
Tiago Mota Saraiva
«A candidatura de Francisco Lopes destaca-se pela escolha do projecto constitucional e dos importantíssimos conteúdos e parâmetros da nossa Constituição da República como referência e sustentação das suas propostas de ruptura e mudança. A candidatura apresenta múltiplos e claros compromissos, desde logo com as causas e anseios dos trabalhadores. É perante esta análise que saúdo e desejo os melhores êxitos à candidatura de Francisco Lopes, cujos objectivos fundamentais partilho.»
Carvalho da Silva
(em Blog 5 Dias)
19 de Dezembro de 2010
Tiago Mota Saraiva
«A candidatura de Francisco Lopes destaca-se pela escolha do projecto constitucional e dos importantíssimos conteúdos e parâmetros da nossa Constituição da República como referência e sustentação das suas propostas de ruptura e mudança. A candidatura apresenta múltiplos e claros compromissos, desde logo com as causas e anseios dos trabalhadores. É perante esta análise que saúdo e desejo os melhores êxitos à candidatura de Francisco Lopes, cujos objectivos fundamentais partilho.»
Carvalho da Silva
(em Blog 5 Dias)
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
actividade institucional - am paredes
Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal do Concelho de Paredes
21/12/2010
"Ordem do Dia"
1- Proposta de aumento do Capital Social da AMIPAREDES - Agência Municipal de Investimento de Paredes, E.M., S.A.;
2- Parque Empresarial de Paredes - Isenção de Taxas Municipais de Licenciamento e Emissão de Alvará;
3- Desafectação de várias parcelas de terreno que integram a Cidade Desportiva de Paredes;
4- CESPU - Cooperativa de Ensino Superior Politécnico Universitário, CRL (CESPU CRL) - Pedido de cancelamento de ónus de reversão a favor do Município de Paredes;
5- Trânsito na freguesia de Lordelo - Sinalização Vertical e Horizontal na Alameda S. Salvador e arruamento novo designado como K1 e sinalização vertical de estacionamento de 1 lugar para mobilidade reduzida na E.N. 209 frente ao edifício onde se situa a associação "Pegadas de Amor"
21/12/2010
"Ordem do Dia"
1- Proposta de aumento do Capital Social da AMIPAREDES - Agência Municipal de Investimento de Paredes, E.M., S.A.;
2- Parque Empresarial de Paredes - Isenção de Taxas Municipais de Licenciamento e Emissão de Alvará;
3- Desafectação de várias parcelas de terreno que integram a Cidade Desportiva de Paredes;
4- CESPU - Cooperativa de Ensino Superior Politécnico Universitário, CRL (CESPU CRL) - Pedido de cancelamento de ónus de reversão a favor do Município de Paredes;
5- Trânsito na freguesia de Lordelo - Sinalização Vertical e Horizontal na Alameda S. Salvador e arruamento novo designado como K1 e sinalização vertical de estacionamento de 1 lugar para mobilidade reduzida na E.N. 209 frente ao edifício onde se situa a associação "Pegadas de Amor"
sábado, 11 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
belo jornalismo!
Já estaria na altura, pela experiência, pela idade e pela falta de pachorra, de não ligar a ponta de uma haste ao que diz a maior parte dos chamados jornalistas que o sistema nos impinge... mas há sempre, aqui ou ali, um episódio a pedir reflexão, como este, que já andava por aqui a remoer, há dias, passado no “Contra Análise”, um programa da RTP-N, que é uma espécie de tertúlia de comentário político-jornalístico.
Não sei se o formato é sempre o mesmo, mas neste dia lá estavam quatro funcionários dos media dominantes, contando com o moderador. Na imagem, em cima e à esquerda de quem entra, Carlos Daniel (RTP), o moderador; ainda em cima, do lado direito, Miguel Carvalho (Visão); imediatamente abaixo, Manuel Carvalho (Dir. Adj. Público)... e, no canto inferior esquerdo, o mais pequenino: Ricardo Jorge Pinto (Expresso).
A dada altura, entre comentários avulsos sobre isto e aquilo, veio à baila o “surpreendente” apoio oficial do Mega-Merceeiro Belmiro de Azevedo ao Mega-Contabilista Cavaco Silva. Sobre o importantíssimo assunto, uns que sim, outros que não, outros que surpresa!, e, finalmente, o mais pequenino, do Expresso:
- Ainda por cima, Belmiro de Azevedo é conhecido por em todas as eleições dar dinheiro a todos os partidos...
... e ia continuar a sua dissertação, quando Miguel Carvalho, da Visão, observou:
- Bem... ele ao PCP não dá dinheiro...
- Pois... ao PCP não dá, mas...
E continuou, sem pestanejar, como se uma e outra coisa fossem exatamente o mesmo.
Pode ser tudo fruto da minha má vontade... mas fiquei convencido de que o malandrete (estou um anjo de boa educação!) se preparava para deixar no ar, para todos os espectadores, a “informação” de que o Partido Comunista, apesar do que apregoa, quando chegam as eleições, aceita dinheiro dos “Belmiros de Azevedo” deste país... e suspeito que o fez propositadamente. Ora, isso é uma canalhice nojenta! Para dizer o mínimo...
Belo Jornalismo!!!
(Samuel, em cantigueiro.blogspot.com)
SAPATILHAS E "REVISÃO DAS LEIS LABORAIS"
«Sócrates quer ligar salário à qualidade do trabalho»
Governo propõe aos sindicatos que as minutas dos contratos de trabalho explicitem que o salário de uma pessoa está directamente ligado à sua produtividade ou à qualidade do trabalho.»
É fácil - mas irresistível... - a "graça" de que Sócrates não pensou nas consequências que tal medida teria para ele, como engenheiro ou nas funções de 1º ministro. Não dava para as sapatilhas do jogging.
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