terça-feira, 21 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
DUAS FRASES HUMORÍSTICAS QUE SÃO UM INCENTIVO A UMA MUDANÇA A VALER
"Sou totalmente a favor do casamento gay entre alguns dos nossos actuais políticos.
Tudo o que contribuir para eles não se reproduzirem, é bom para o País. "
“A maioria dos políticos portugueses são católicos praticantes.
Nunca assinam nada sem terem um terço na mão”
Tudo o que contribuir para eles não se reproduzirem, é bom para o País. "
“A maioria dos políticos portugueses são católicos praticantes.
Nunca assinam nada sem terem um terço na mão”
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Politica Económica e Endividamento
VERTIGINOSO E ALUCINANTE
Nos primeiros sete meses de 2010 a Dívida Directa do Estado Português sofreu um acréscimo de 2,65 milhões de euros por hora .
O jornal Público informa agora (3/Setembro) que em Agosto o governo Sócrates efectuou mais seis emissões de títulos da dívida pública, que perfazem um montante total de 5.272 milhões de euros . O ritmo do endividamento continua, portanto, em ritmo alucinante e vertiginoso — enquanto a economia portuguesa passa da estagnação ao declínio.
Para onde vamos? Até quando pode durar esta orgia de endividamento? Quais as suas consequências para a geração presente e as futuras? Quando é que se põe cobro a esta selvageria económica? Por que é que o economista que preside a República não se manifesta? Por que é que quase ninguém fala no assunto? A austeridade do PEC é só para os assalariados? As despesas desbragadas do governo Sócrates podem continuar até arrebentar o país? Por que é que ninguém ousa defender o cancelamento de projectos ruinosos como o novo aeroporto, o TGV, a terceira ponte sobre o Tejo, o novo Hospital de Todos os Santos, obras rodoviárias inúteis e tantos outros? Por que é que os media corporativos, que se comprazem em fait divers abjectos, não falam das coisas sérias? Por que não há uma reacção nacional para pôr cobro a esta destruição da economia portuguesa?
Perguntas angustiantes que continuam sem resposta.
(em resistir.info)
Nos primeiros sete meses de 2010 a Dívida Directa do Estado Português sofreu um acréscimo de 2,65 milhões de euros por hora .
O jornal Público informa agora (3/Setembro) que em Agosto o governo Sócrates efectuou mais seis emissões de títulos da dívida pública, que perfazem um montante total de 5.272 milhões de euros . O ritmo do endividamento continua, portanto, em ritmo alucinante e vertiginoso — enquanto a economia portuguesa passa da estagnação ao declínio.
Para onde vamos? Até quando pode durar esta orgia de endividamento? Quais as suas consequências para a geração presente e as futuras? Quando é que se põe cobro a esta selvageria económica? Por que é que o economista que preside a República não se manifesta? Por que é que quase ninguém fala no assunto? A austeridade do PEC é só para os assalariados? As despesas desbragadas do governo Sócrates podem continuar até arrebentar o país? Por que é que ninguém ousa defender o cancelamento de projectos ruinosos como o novo aeroporto, o TGV, a terceira ponte sobre o Tejo, o novo Hospital de Todos os Santos, obras rodoviárias inúteis e tantos outros? Por que é que os media corporativos, que se comprazem em fait divers abjectos, não falam das coisas sérias? Por que não há uma reacção nacional para pôr cobro a esta destruição da economia portuguesa?
Perguntas angustiantes que continuam sem resposta.
(em resistir.info)
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Carta dirigida ao Grupo Parlamentar do PCP
Âmbito: Reclamação
Nome:
Mensagem: Exmºs Senhores:
É insuportável a situação provocada pela Etar de Castelões de Cepêda. Os cheiros pútridos que diariamente se fazem sentir, não permitem que tenhamos uma janela ou porta abertas. Não podemos respirar. Neste momento são insuportáveis os cheiros. Aliás, a descarga das águas da ETAR
para o rio Sousa, mostra o seu deficiente funcionamento. O rio Sousa, a montante da ETAR tem a sua água límpida. A jusante, muda completamente. Este rio é um afluente do rio Douro que, por sua vez, abastece de água a Porto e concelhos limitrofes, através da empresa de águas Douro e Paiva.
Acontece isto a qualquer hora do dia e da noite. Já foram apresentadas inúmeras reclamações e feitos pedidos de ajuda quer junto da Veólia - Águas de Paredes, quer junto do ministério do ambiente - através de e-mail -, de nada valendo. Continua a mesma situação.
Pede-se ajuda.
(omite-se o nome e o contacto telemóvel
salienta-se as inúmeras diligências da organização local de Paredes do PCP)
Nome:
Mensagem: Exmºs Senhores:
É insuportável a situação provocada pela Etar de Castelões de Cepêda. Os cheiros pútridos que diariamente se fazem sentir, não permitem que tenhamos uma janela ou porta abertas. Não podemos respirar. Neste momento são insuportáveis os cheiros. Aliás, a descarga das águas da ETAR
para o rio Sousa, mostra o seu deficiente funcionamento. O rio Sousa, a montante da ETAR tem a sua água límpida. A jusante, muda completamente. Este rio é um afluente do rio Douro que, por sua vez, abastece de água a Porto e concelhos limitrofes, através da empresa de águas Douro e Paiva.
Acontece isto a qualquer hora do dia e da noite. Já foram apresentadas inúmeras reclamações e feitos pedidos de ajuda quer junto da Veólia - Águas de Paredes, quer junto do ministério do ambiente - através de e-mail -, de nada valendo. Continua a mesma situação.
Pede-se ajuda.
(omite-se o nome e o contacto telemóvel
salienta-se as inúmeras diligências da organização local de Paredes do PCP)
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
silly season
Autarcas do PSD acusam o Ministério da Educação de “cegueira” e “desorientação” na estratégia de “reordenamento escolar”. Os socialistas de Paredes dão uma conferência de imprensa em que dizem que estão contra a Carta Educativa “megalómana”, querendo mais centros escolares , muito mais pequenos, mais próximos das populações e denunciam o facto de alguns dos 15 previstos não terem acessos concluídos. No dia seguinte, o “socialista” Primeiro Ministro está em Mouriz, inaugurando o seu Centro Escolar, que como se sabe não tem acessos dignos, e não responde a lógica de proximidade da escola para com a comunidade escolar e suas famílias. O autarca de Paredes (do PSD) acompanha o Primeiro Ministro na inauguração e também na atitude sobranceira perante as dúvidas e problemas reais. O PS votou a Carta Educativa, responsabilizou-se pelo seu conteúdo e agora alerta para os seus problemas. O PSD de Paredes condecorou os responsáveis politicos da Carta Educativa de Paredes (Ministério, DREN, CAE). O PCP da região denunciou o processo do reordenamento escolar, apontou casos flagrantes de indecisões e riscos futuros para alunos e pais, e alarvemente foi acusado por um avençado qualquer de defender as escolas do Estado Novo. Os populares em Mouriz levantaram as vozes de um timido protesto sobre os transportes, e Sócrates passa a bola a Celso, que deixa intervir o Presidente da Junta para nada dizer (um e outro). Há um autocarro amarelo á disposição...para calar o público. Falta Penedos e a sua opinião sobre a Carta educativa, sobra Alçada e o seu sorriso cínico e abunda Celso e a sua descontínua percepção da realidade.
domingo, 5 de setembro de 2010
a fábula do animal que fala
"A onda pró-regionalista, ainda nos vai desgraçar ainda mais" (Tito Couto)...Há quem, com onda ou sem onda, é uma desgraça.
Os comunistas paredenses foram mais uma vez vítimas da escrita de um pseudo intelectual, arvorado em analista politico de referência. Já anteriormente a sua fétida prosa ousara chamar de vigaristas aos comunistas. O baixo nível intelectual e a grosseria dos termos empregues justificariam uma resposta à medida, sem limites ou atenuantes. Mas o jogo do infractor é claro.
A provocação basta-se a si mesma, alimentando-se de alarvidades em nome da liberdade de expressão na defesa de uma Carta Educativa. Fazer o jogo do infractor, olho por olho, insulto por insulto, seria possível mas seria inconveniente. Assim a ignomínia ficará evidente.
Associar o nome do PCP á defesa do Estado Novo, de Salazar e Caetano, e das suas realizações ou simbolismos, ou perorar sobre a prática e identidade do PCP, com a ligeireza malidecente a que nos habituou, dispensa mais comentários.
E nem o referido autor precisa de invocar a ajuda de Estaline. Afinal há quem se banhe na lama sozinho.
Os comunistas paredenses foram mais uma vez vítimas da escrita de um pseudo intelectual, arvorado em analista politico de referência. Já anteriormente a sua fétida prosa ousara chamar de vigaristas aos comunistas. O baixo nível intelectual e a grosseria dos termos empregues justificariam uma resposta à medida, sem limites ou atenuantes. Mas o jogo do infractor é claro.
A provocação basta-se a si mesma, alimentando-se de alarvidades em nome da liberdade de expressão na defesa de uma Carta Educativa. Fazer o jogo do infractor, olho por olho, insulto por insulto, seria possível mas seria inconveniente. Assim a ignomínia ficará evidente.
Associar o nome do PCP á defesa do Estado Novo, de Salazar e Caetano, e das suas realizações ou simbolismos, ou perorar sobre a prática e identidade do PCP, com a ligeireza malidecente a que nos habituou, dispensa mais comentários.
E nem o referido autor precisa de invocar a ajuda de Estaline. Afinal há quem se banhe na lama sozinho.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Documento da Direcção Sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP
O VALE DO SOUSA E BAIXO TÂMEGA PERANTE UM GRAVE DESAFIO
O Governo decidiu o encerramento de 94 Escolas Básicas no distrito do Porto, 13% do total nacional das escolas a fechar. Acresce que segundo os dados disponibilizados pela DREN - Direcção Regional de Educação do Norte, este número corresponde a 10% do total de escolas básicas existentes na região.
Os 8 concelhos que compõem o Vale do Sousa e Baixo Tâmega (Amarante, Baião, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel) perdem desta forma 20% do total de escolas básicas existentes (são 75 as escolas previstas encerrar).
Estes números evidenciam o forte impacto negativo que é de esperar junto da vida de milhares de alunos e suas famílias, bem como no acentuar da desertificação das zonas mais periféricas.
A lógica economicista que preside a estas medidas decididas pelo Governo via Ministério da Educação nada tem a ver com os interesses dos alunos, das suas familias e dos concelhos abrangidos. Percebe-se assim a pressa da divulgação das escolas a encerrar, bem como a falsa negociação que a envolve com os interessados.
É revelador deste facto aliás, que o Governo decida encerrar escolas não previstas anteriormente, violando o que havia aprovado nas Cartas Educativas, como acontece em Paredes ou Marco de Canaveses, e que implicaram ou o deveriam ter feito, um período de discussão com a comunidade escolar, autarquias e DREN.
É revelador que ainda hoje não estejam decididas as transferências de alunos que frequentavam escolas a encerrar quando os Centros Escolares, destino final, não estejam prontos, como em Amarante (onde nenhum Centro Escolar iniciou sequer a construção), no Marco de Canaveses ou ainda em Penafiel.
A título de exemplo, atente-se no caso das escolas nas freguesias de Rio Mau e Sebolido, em Penafiel, cujo encerramento foi decidido sem que se perspective a conclusão do respectivo Centro Escolar antes de Janeiro/Fevereiro. Até ao momento a única informação dada à Associação de Pais (que aponta para manutenção das escolas em funcionamento até à abertura do Centro Escolar) foi prestada por professores e contradiz a informação prestada pela DREN, que especifica como sendo no distrito de Bragança os únicos casos em que o encerramento de escolas será adiado. Esta contradição, somada à falta de informação de fontes oficiais, é motivo para que subsistam justificadas dúvidas sobre o destino destas crianças.
É revelador que as questões relativas aos transportes de alunos, a rede, a segurança e custos, bem como o reflexo nas contas de gerência das Câmaras, não tenham sido ou acautelados ou objecto de negociação e concretização como se queixam os autarcas do Marco Canaveses, por exemplo. Em Telões (Amarante), fecham duas escolas (Freita e S. Braz) e a nova Escola – Escola Básica da Estradinha - dista 8 km das anteriores.
É revelador que em casos como Paredes não esteja pronto qualquer Centro Escolar previsto (Mouriz, Vilela ou Gandra) e se anuncie desde já o encerramento de 14 escolas. Em Mouriz, por exemplo, não está construído qualquer acesso digno, sendo completamente ridícula a antiga via rodoviária que o serve.
È revelador que os encargos financeiros assumidos pelas Câmaras com empréstimos bancários se apresentem como ruinosos e constituem um salto no escuro.
A Direcção Subregional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP vê com muita preocupação a presente situação e acusa o Governo e as autarquias envolvidas de procurar sacrificar o futuro estudantil da população escolar da região em nome de uma pretensa modernidade que só representa a estrita lógica economicista.
Não descurando a necessidade de novos equipamentos, e novas valências ao serviço da formação e sucesso educativo na Escola Pública, o PCP não pode calar a discordância com as soluções encontradas, com a irresponsabilidade que resulta de não haver condições claras de funcionamento das novas Escolas e com a desresponsabilização do Governo do funcionamento do sistema educativo.
Depois de finalmente ter sido tornada pública a lista de 701 escolas a encerrar a pretexto de um alegado “reordenamento” da rede escolar (75 das quais na região do Vale do Sousa e Baixo Tâmega), a Direcção Sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP denuncia os efeitos que esta medida terá no futuro educativo de milhares de jovens e crianças e suas famílias.
27.08.2010
A Direcção Sub-Regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP
O Governo decidiu o encerramento de 94 Escolas Básicas no distrito do Porto, 13% do total nacional das escolas a fechar. Acresce que segundo os dados disponibilizados pela DREN - Direcção Regional de Educação do Norte, este número corresponde a 10% do total de escolas básicas existentes na região.
Os 8 concelhos que compõem o Vale do Sousa e Baixo Tâmega (Amarante, Baião, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel) perdem desta forma 20% do total de escolas básicas existentes (são 75 as escolas previstas encerrar).
Estes números evidenciam o forte impacto negativo que é de esperar junto da vida de milhares de alunos e suas famílias, bem como no acentuar da desertificação das zonas mais periféricas.
A lógica economicista que preside a estas medidas decididas pelo Governo via Ministério da Educação nada tem a ver com os interesses dos alunos, das suas familias e dos concelhos abrangidos. Percebe-se assim a pressa da divulgação das escolas a encerrar, bem como a falsa negociação que a envolve com os interessados.
É revelador deste facto aliás, que o Governo decida encerrar escolas não previstas anteriormente, violando o que havia aprovado nas Cartas Educativas, como acontece em Paredes ou Marco de Canaveses, e que implicaram ou o deveriam ter feito, um período de discussão com a comunidade escolar, autarquias e DREN.
É revelador que ainda hoje não estejam decididas as transferências de alunos que frequentavam escolas a encerrar quando os Centros Escolares, destino final, não estejam prontos, como em Amarante (onde nenhum Centro Escolar iniciou sequer a construção), no Marco de Canaveses ou ainda em Penafiel.
A título de exemplo, atente-se no caso das escolas nas freguesias de Rio Mau e Sebolido, em Penafiel, cujo encerramento foi decidido sem que se perspective a conclusão do respectivo Centro Escolar antes de Janeiro/Fevereiro. Até ao momento a única informação dada à Associação de Pais (que aponta para manutenção das escolas em funcionamento até à abertura do Centro Escolar) foi prestada por professores e contradiz a informação prestada pela DREN, que especifica como sendo no distrito de Bragança os únicos casos em que o encerramento de escolas será adiado. Esta contradição, somada à falta de informação de fontes oficiais, é motivo para que subsistam justificadas dúvidas sobre o destino destas crianças.
É revelador que as questões relativas aos transportes de alunos, a rede, a segurança e custos, bem como o reflexo nas contas de gerência das Câmaras, não tenham sido ou acautelados ou objecto de negociação e concretização como se queixam os autarcas do Marco Canaveses, por exemplo. Em Telões (Amarante), fecham duas escolas (Freita e S. Braz) e a nova Escola – Escola Básica da Estradinha - dista 8 km das anteriores.
É revelador que em casos como Paredes não esteja pronto qualquer Centro Escolar previsto (Mouriz, Vilela ou Gandra) e se anuncie desde já o encerramento de 14 escolas. Em Mouriz, por exemplo, não está construído qualquer acesso digno, sendo completamente ridícula a antiga via rodoviária que o serve.
È revelador que os encargos financeiros assumidos pelas Câmaras com empréstimos bancários se apresentem como ruinosos e constituem um salto no escuro.
A Direcção Subregional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP vê com muita preocupação a presente situação e acusa o Governo e as autarquias envolvidas de procurar sacrificar o futuro estudantil da população escolar da região em nome de uma pretensa modernidade que só representa a estrita lógica economicista.
Não descurando a necessidade de novos equipamentos, e novas valências ao serviço da formação e sucesso educativo na Escola Pública, o PCP não pode calar a discordância com as soluções encontradas, com a irresponsabilidade que resulta de não haver condições claras de funcionamento das novas Escolas e com a desresponsabilização do Governo do funcionamento do sistema educativo.
Depois de finalmente ter sido tornada pública a lista de 701 escolas a encerrar a pretexto de um alegado “reordenamento” da rede escolar (75 das quais na região do Vale do Sousa e Baixo Tâmega), a Direcção Sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP denuncia os efeitos que esta medida terá no futuro educativo de milhares de jovens e crianças e suas famílias.
27.08.2010
A Direcção Sub-Regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
INTERESSA A PAREDES E É UMA POSIÇÃO JUSTA E OPORTUNA
PCP exige construção imediata do Centro Materno Infantil do Norte
Após 30 anos de lamentáveis adiamentos na construção do Centro Materno Infantil do Norte (CMIN), a que recentemente se juntou a anunciada intenção da Câmara Municipal do Porto inviabilizar a concretização do projecto, a DORP do PCP considera totalmente inadmissível a continuação da guerrilha partidária entre a maioria PSD/CDS que gere a Câmara Municipal do Porto e o Governo PS, que mais uma vez prejudica os interesses da região e do país.
Neste contexto, discutir a possibilidade de construir o CMIN noutra localização é contribuir para novo - e previsivelmente longo - adiamento do projecto.
A DORP do PCP exige a construção imediata do CMIN, cabendo às duas partes envolvidas (Governo e Câmara) resolver o problema que ajudaram a criar, viabilizando a construção do edifício no terreno previsto e permitindo o acesso aos mais de 20 milhões de euros de financiamento do QREN que lhe estão destinados, dentro dos prazos estipulados.
Porto, 11 de Agosto de 2010
O Gabinete de Imprensa da DORP do PCP
Após 30 anos de lamentáveis adiamentos na construção do Centro Materno Infantil do Norte (CMIN), a que recentemente se juntou a anunciada intenção da Câmara Municipal do Porto inviabilizar a concretização do projecto, a DORP do PCP considera totalmente inadmissível a continuação da guerrilha partidária entre a maioria PSD/CDS que gere a Câmara Municipal do Porto e o Governo PS, que mais uma vez prejudica os interesses da região e do país.
Neste contexto, discutir a possibilidade de construir o CMIN noutra localização é contribuir para novo - e previsivelmente longo - adiamento do projecto.
A DORP do PCP exige a construção imediata do CMIN, cabendo às duas partes envolvidas (Governo e Câmara) resolver o problema que ajudaram a criar, viabilizando a construção do edifício no terreno previsto e permitindo o acesso aos mais de 20 milhões de euros de financiamento do QREN que lhe estão destinados, dentro dos prazos estipulados.
Porto, 11 de Agosto de 2010
O Gabinete de Imprensa da DORP do PCP
terça-feira, 24 de agosto de 2010
CANDIDATURA COMUNISTA ÁS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2011
Francisco Lopes candidato à Presidência da República
Dando seguimento à decisão tomada na reunião do Comité Central, em Abril, o PCP avança com uma candidatura própria: Francisco Lopes, membro da Comissão Política e do Secretariado do Comité Central foi anunciado como candidato à Presidência da República.
Nesta sua reunião de hoje, o Comité Central do PCP analisou os aspectos mais recentes da situação económica e social do país, bem como linhas essenciais da acção e iniciativa política do Partido para o próximo futuro. Debateu e decidiu da candidatura a apresentar pelo PCP às eleições presidenciais de Janeiro de 2011.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
FA- Excursão
Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010
Excursão à Festa do Avante!
A Comissão Concelhia de Paredes do PCP vai realizar uma excursão à próxima edição da Festa do Avante!, na Quinta da Atalaia, Amora, Seixal. A partida será no dia 3 de Setembro, pelas 7 h em Baltar. O autocarro vai passar por alguns pontos do concelho de Paredes, nomeadamente em Rebordosa e Lordelo.
Inscrições e informações:
Paulo Macieira - 917 124 269
Excursão à Festa do Avante!
A Comissão Concelhia de Paredes do PCP vai realizar uma excursão à próxima edição da Festa do Avante!, na Quinta da Atalaia, Amora, Seixal. A partida será no dia 3 de Setembro, pelas 7 h em Baltar. O autocarro vai passar por alguns pontos do concelho de Paredes, nomeadamente em Rebordosa e Lordelo.
Inscrições e informações:
Paulo Macieira - 917 124 269
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
LUTO / LUTA PELAS ESCOLAS
Lista das Escolas Básicas a encerrar em Paredes por decisão do Ministério da Educação e a conivência da Câmara do Sr. Dr. Celso Ferreira
Escolas da Cunha, Noval e Calvário - Vilela
Escolas de Gandra da Moreira, Vilarinho de Cima, Vilarinho de Baixo, Moreiró, Granja, e
Trás-A-Vessada - Gandra
Escola de Astromil - Astromil
Escola da Insuela - Besteiros
Escola de Soutelo e Lourosa (Bairro) - Mouriz
Escola de Olho de Mouro- Vila Cova de Carros
COMUNICADO DA DORP DO PCP
Governo soma crise à crise encerrando 10% das Escolas Básicas do distrito do Porto
Depois de finalmente ter sido tornada pública a lista de 701 escolas a encerrar a pretexto de um alegado “reordenamento” da rede escolar, a DORP do PCP viu confirmada a justeza das suas preocupações.
Este processo tem sido conduzido pelo Governo de acordo com uma lógica estritamente economicista e em total desrespeito pelo futuro educativo de milhares de jovens e crianças.
O Governo decidiu o encerramento de 94 Escolas Básicas no distrito do Porto, 13% do total nacional das escolas a fechar. Acresce que segundo os dados disponibilizados pela DREN - Direcção Regional de Educação do Norte, este número corresponde a 10% do total de escolas básicas existentes na região.
Trata-se de uma situação particularmente grave nos 8 concelhos que compõem o Vale do Sousa e Baixo Tâmega (Amarante, Baião, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel) que perdem desta forma 20% do total de escolas básicas existentes (são 75 as escolas previstas encerrar).
Estes números evidenciam o forte impacto negativo que é de esperar junto de milhares de alunos que ficam assim com o seu percurso escolar comprometido, de inúmeras famílias que serão directamente afectadas. Também não deve ser ignorado o contributo que esta medida dará para o acentuar da desertificação das zonas mais rurais.
O Governo decidiu “cortar a direito”, sem atender às especificidades de cada escola e comunidade. Esta decisão decorre de uma estratégia profundamente errada, que relega para segundo plano o sucesso real das aprendizagens, privilegiando as preocupações estatísticas e financeiras.
Com esta medida o Governo vem somar “crise à crise”. Numa das regiões do país mais afectadas pelo desemprego, pela precariedade, pelos baixos salários e pela pobreza, o PS decide encerrar mais serviços públicos fundamentais.
A DORP do PCP exige a suspensão imediata deste processo e apela à mobilização das populações, de pais e encarregados de educação e forças vivas dos concelhos afectados na defesa da Escola Pública.
20.08.2010
O Gabinete de Imprensa da DORP do PCP
Escolas da Cunha, Noval e Calvário - Vilela
Escolas de Gandra da Moreira, Vilarinho de Cima, Vilarinho de Baixo, Moreiró, Granja, e
Trás-A-Vessada - Gandra
Escola de Astromil - Astromil
Escola da Insuela - Besteiros
Escola de Soutelo e Lourosa (Bairro) - Mouriz
Escola de Olho de Mouro- Vila Cova de Carros
COMUNICADO DA DORP DO PCP
Governo soma crise à crise encerrando 10% das Escolas Básicas do distrito do Porto
Depois de finalmente ter sido tornada pública a lista de 701 escolas a encerrar a pretexto de um alegado “reordenamento” da rede escolar, a DORP do PCP viu confirmada a justeza das suas preocupações.
Este processo tem sido conduzido pelo Governo de acordo com uma lógica estritamente economicista e em total desrespeito pelo futuro educativo de milhares de jovens e crianças.
O Governo decidiu o encerramento de 94 Escolas Básicas no distrito do Porto, 13% do total nacional das escolas a fechar. Acresce que segundo os dados disponibilizados pela DREN - Direcção Regional de Educação do Norte, este número corresponde a 10% do total de escolas básicas existentes na região.
Trata-se de uma situação particularmente grave nos 8 concelhos que compõem o Vale do Sousa e Baixo Tâmega (Amarante, Baião, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel) que perdem desta forma 20% do total de escolas básicas existentes (são 75 as escolas previstas encerrar).
Estes números evidenciam o forte impacto negativo que é de esperar junto de milhares de alunos que ficam assim com o seu percurso escolar comprometido, de inúmeras famílias que serão directamente afectadas. Também não deve ser ignorado o contributo que esta medida dará para o acentuar da desertificação das zonas mais rurais.
O Governo decidiu “cortar a direito”, sem atender às especificidades de cada escola e comunidade. Esta decisão decorre de uma estratégia profundamente errada, que relega para segundo plano o sucesso real das aprendizagens, privilegiando as preocupações estatísticas e financeiras.
Com esta medida o Governo vem somar “crise à crise”. Numa das regiões do país mais afectadas pelo desemprego, pela precariedade, pelos baixos salários e pela pobreza, o PS decide encerrar mais serviços públicos fundamentais.
A DORP do PCP exige a suspensão imediata deste processo e apela à mobilização das populações, de pais e encarregados de educação e forças vivas dos concelhos afectados na defesa da Escola Pública.
20.08.2010
O Gabinete de Imprensa da DORP do PCP
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
TARRAFAL E A VELHA HISTÓRIA DA FILHA-DA-PUTICE
Um jornalista cabo-verdiano lançou um livro sobre o campo de concentração do Tarrafal. "Tarrafal - Chão Bom. Memórias e Verdades", assim se chama o livro: dois volumes, mais de 600 páginas, a partir de entrevistas com 45 ex-presos do campo, editado pelo Instituto de Investigação e do Património Culturais de Cabo Verde.
Criado em 1936, o “campo da morte lenta" (como ficou conhecido) começou por receber antifascistas portugueses, sobretudo comunistas e anarquistas. No total foram 340, dos quais aí viriam a morrer 10% - incluindo o secretário-geral do PCP, Bento Gonçalves, e Mário Castelhano, líder da central sindical anarcosindicalista, CGT.
Encerrado por pressão internacional após a Segunda Guerra Mundial, foi reaberto em 1962, por ordem do então ministro do Ultramar, Adriano Moreira, destinado a militantes dos movimentos de libertação de Angola, Guiné e Cabo Verde.
O já conhecido José Pedro Castanheira, jornalista do Expresso, chamou a terreiro tal livro recente e dele extraiu a notícia de que fez título: o campo teria sido visitado por duas vezes pela Cruz Vermelha Internacional (quando?), que, segundo o relato do agente da PIDE/DGS que os acompanhou, se mostraram "espantados com as condições encontradas". De acordo com o mesmo relato, um dos emissários da Cruz Vermelha comentou mesmo que o Tarrafal "não era uma prisão mas sim um paraíso" (!).
Os responsáveis da Cruz Vermelha teriam ficado especialmente surpreendidos com "as idas semanais ao mar dos presos, as sessões de cinema, a biblioteca, as consultas ao Hospital da Praia, a possibilidade de estudar e fazer exames".
Nesta fase, e até ao 25 de Abril de 1974, estiveram no Tarrafal cerca de 230 nacionalistas africanos, tendo alguns falecido mas por razões que o autor não imputa directamente às condições carcerárias (!)
Relevo entre os tarrafalistas para quatro escritores angolanos, todos do MPLA, que ali cumpriram pesadíssimas penas de prisão: Luandino Vieira, Mendes de Carvalho, António Cardoso e António Jacinto. Quase toda a obra de Luandino Vieira, posterior ao célebre "Luuanda", foi escrita na prisão, tendo conseguido fazer sair clandestinamente os respetivos manuscritos.
O Sr. Castanheira persiste no seu nojento trabalho de formiga. Não se tem poupado a esforços para tentar ilibar a PIDE e o regime colonial do assassinato de Amílcar Cabral. As suas investidas no Tarrafal têm o mesmo objectivo: descredibilizar a verdade histórica, e os testemunhos dos seus protagonistas /heróis. Ausentes as declarações dos presos vivos constantes do livro, ausentes os testemunhos dos guardas da prisão, ele procura convencer-nos de que o autor do livro acredita na tese do Tarrafal como “paraíso”, versão PIDE ou delegação da Cruz Vermelha Internacional. .
O fascismo assim branqueado nunca matou, nunca torturou, a frigideira nunca existiu, as celas nunca existiram, a própria morte não passava da desistência da vida. E até os FdP podem ser jornalistas.
Criado em 1936, o “campo da morte lenta" (como ficou conhecido) começou por receber antifascistas portugueses, sobretudo comunistas e anarquistas. No total foram 340, dos quais aí viriam a morrer 10% - incluindo o secretário-geral do PCP, Bento Gonçalves, e Mário Castelhano, líder da central sindical anarcosindicalista, CGT.
Encerrado por pressão internacional após a Segunda Guerra Mundial, foi reaberto em 1962, por ordem do então ministro do Ultramar, Adriano Moreira, destinado a militantes dos movimentos de libertação de Angola, Guiné e Cabo Verde.
O já conhecido José Pedro Castanheira, jornalista do Expresso, chamou a terreiro tal livro recente e dele extraiu a notícia de que fez título: o campo teria sido visitado por duas vezes pela Cruz Vermelha Internacional (quando?), que, segundo o relato do agente da PIDE/DGS que os acompanhou, se mostraram "espantados com as condições encontradas". De acordo com o mesmo relato, um dos emissários da Cruz Vermelha comentou mesmo que o Tarrafal "não era uma prisão mas sim um paraíso" (!).
Os responsáveis da Cruz Vermelha teriam ficado especialmente surpreendidos com "as idas semanais ao mar dos presos, as sessões de cinema, a biblioteca, as consultas ao Hospital da Praia, a possibilidade de estudar e fazer exames".
Nesta fase, e até ao 25 de Abril de 1974, estiveram no Tarrafal cerca de 230 nacionalistas africanos, tendo alguns falecido mas por razões que o autor não imputa directamente às condições carcerárias (!)
Relevo entre os tarrafalistas para quatro escritores angolanos, todos do MPLA, que ali cumpriram pesadíssimas penas de prisão: Luandino Vieira, Mendes de Carvalho, António Cardoso e António Jacinto. Quase toda a obra de Luandino Vieira, posterior ao célebre "Luuanda", foi escrita na prisão, tendo conseguido fazer sair clandestinamente os respetivos manuscritos.
O Sr. Castanheira persiste no seu nojento trabalho de formiga. Não se tem poupado a esforços para tentar ilibar a PIDE e o regime colonial do assassinato de Amílcar Cabral. As suas investidas no Tarrafal têm o mesmo objectivo: descredibilizar a verdade histórica, e os testemunhos dos seus protagonistas /heróis. Ausentes as declarações dos presos vivos constantes do livro, ausentes os testemunhos dos guardas da prisão, ele procura convencer-nos de que o autor do livro acredita na tese do Tarrafal como “paraíso”, versão PIDE ou delegação da Cruz Vermelha Internacional. .
O fascismo assim branqueado nunca matou, nunca torturou, a frigideira nunca existiu, as celas nunca existiram, a própria morte não passava da desistência da vida. E até os FdP podem ser jornalistas.
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